Terça-feira, 15 de Setembro de 2009
HELSINQUIA_ECO LIFESTYLE_AGOSTO 09





Gostei bastante de conhecer Helsínquia e não é surpreendente que esteja no quinto lugar como a cidade mais interessante para se viver no
ranking da revista
Monocle. O centro da cidade está cheio de esplanadas e restaurantes e tem uma vida intensa com concertos de música ao vivo e piqueniques espontâneos de cidadãos na relva. Acredito que no Inverno as coisas sejam diferentes. Achei piada à quantidade de restaurantes com entradas no guia Michelin e a cidade tem ainda um restaurante com duas estrelas neste guia. Talvez por isso a comida seja regra geral muito boa, só é pena que o vinho seja tão caro porque de resto encontrámos restaurantes com iguarias deliciosas. Eu e o P. experimentámos um pouco de tudo, umas deliciosas almôndegas típicas da Finlândia na “Ravintola”
Sea Horse, pratos de fusão entre a cozinha russa, sueca e filandesa no
Kosmos, comida tailandesa no
Villa Thai e no
Tamarin, pois a oferta é vasta em gastronomia
thai, assim como degustámos com prazer um jantar no bar restaurante
Mecca. Encontrámos um
bistrot francês bastante curioso,
Les Trois Mosquetaires, e o café do
Museum of Contemporary Art Kiasma (já
aqui referido) confecciona umas deliciosas sandes “verdes” e tem uma esplanada muito simpática. Enfim, um paraíso gastronómico onde os alimentos são muito frescos e bem apresentados.








Em Helsínquia fizemos inúmeros passeios. Mal chegámos à cidade fomos à
livraria do Alvar Aalto, no centro, ver o espaço, os livros e visitar o elegante
Café Aalto. Tenho que agradecer ao
Nuno Correia o óptimo roteiro que nos fez antes de partirmos o qual seguimos à letra. Assim, logo no segundo dia fomos fazer uma visita à fortaleza de Suomenlinna, a aproximadamente meia hora de barco de Helsínquia, e que faz parte do património mundial da UNESCO. Uma ilha com uma vista magnífica onde se pode ir fazer um piquenique no campo ou, em alternativa, na praia. Depois, andámos a deambular pela reabilitada zona
Kaappeli onde visitámos o
The Finnish Museum of Photography (já
aqui apresentado). Num outro dia fomos à praia e no caminho encontrámos, por acaso, um cemitério interessante, entre as ruas, no meio do percurso que fizemos a pé, simples, relva verde e cruzes brancas de madeira com algumas sepulturas mais sofisticadas de pedra. Sei que é estranho mas os cemitérios inspiram-me paz e serenidade. De regresso, passámos pela desapontante escultura em memória ao compositor Jean Sibelius, o lugar estava cheio de turistas russos. Fomos ainda visitar o
Filandia Hall de Alvar Aalto e passeámos nos muitos parques e espaços verdes da cidade. O Design Museum foi uma desilusão já
aqui explicitada.


