Sábado, 12 de Agosto de 2006
MEDIA HOT E COLD + CULTURA DA CONVERGÊNCIA
sumo.jpg

No seguimento de um combate empenhado no post “A arte mora ao lado, territórios e convergências“. De um pedido do dr Bakali: “será possível abrir uma nova thread com a questão dos media hot e cool [parece que sempre é cold, hehehe]?” para estimular o debate entre fronteiras e oceanos: “ocorrem-me em revista debates, países: Lisboa, Paris, S. Paulo, o mundo! (Cesário Verde, lol)”. Em resposta às espirituosas intervenções do Raf e às suas intuições: “Nesse sentido, a intuição de Neil Gaiman (in American Gods) parece-me luminosa: jogamos para perder e nunca para ganhar;” ou a “violência do jogo está bem patente nos comportamentos compulsivos.” E porque hoje entrou mais um jogador em campo sugerindo novos estímulos: “Ia apenas deixar-vos uma nota relativamente ao livro do Jenkins, o “Convergence Culture - Where Old and New Media Collide”, que saiu este mês, julgo que na senda da discussão da Remediation e McLuhan, este livro poderá trazer mais algumas achas”. Aqui fica mais um lugar para ampliar a discussão que se tem vindo a desenrolar à volta destes assuntos. Esperemos que o “combate” de titãs se faça também no feminino, hehehe.


32 comentários:
De rafgouv a 13 de Agosto de 2006 às 11:53
Realmente preciosa a referência a Jenkins e à Black Box... As críticas de Jenkins aos universos da tecnologia e da comunicação triunfantes parecem-me realmente pertinentes. O meta-universo circuito-fechado da Black Box tem a sua máxima expressão na multiplicação de consensos bem-pensantes e na perda da sensibilidade (cf. post sobre multitasking).
xxx raf


De bakali a 14 de Agosto de 2006 às 12:41
bem... lá tenho eu que interromper os meus livritos para ler mais uma coisa sobre jogos :twisted:

eheh, just kidding, brb (after the reading)


De mouse a 14 de Agosto de 2006 às 19:29
Alô Raf e Bakali,

Vou continuar aqui a conversa que ficou do outro post pois aquilo está a ficar um lençol primeiro que se chegue ao final... hehehe. Ainda bem pois sugere que realmente de alguma forma nos estamos a divertir e a trabalhar/jogar arduamente, hihihihi.

Disse o bakali: "Não julgaram que me tinha ido embora, pois não? Sinto que isto necessita um anti-climax (eu sinto, não pretendo que sintam o mesmo que eu). Assim sendo, vou tentar recolocar as questões que fizeram nascer esta discussão."

Realmente estava a achar que tinhas desistido da discussão mas felizmente que não e que voltas bastante inspirado. Gostei bastante do anti-climax! Acho que é justo para o rato, hehehe. Depois do teu último comment é de facto um novo input à discussão. Estávamos todos a precisar. Quanto ao tédio dos livros sobre jogos também eu o sinto, por vezes, principalmente quando começo a ler alguns trabalhos mais recentes que são repetições constantes do que já se disse, ou que já li algures múltiplas vezes. Mas por vezes engano-me e sou surpreendida por dados novos... nunca fiando.

Também tenho o "understanding me" mas numa tradução brasileira e ainda não o li. Já tínhamos falado sobre este livro. Tem um prefácio do Tom Wolfe, não é? Como vês o rato não lê tudo mas quase tudo, hehehe... é um privilégio eu sei e por isso é que me sinto muito satisfeita quando o posso partilhar. De qualquer forma já percebi de quem tu tinhas tantas saudades, :smile: de um certo menino que estava também deste lado, neste continente. Lembrei-me que ele regressava ontem a casa!

Sobre a questão da arte vou brevemente publicar um post sobre uma exposição de artes digitais ou mais concretamente emoções artificiais que vi este fim-de-semana. Penso que esse post trará um espaço para essa discussão pelo que deixemos a conversa fluir ainda em outros sentidos, ok?

Estão ainda muitos "posts" em jogo/discussão aqui na mouselândia. Obrigado!


De mouseland a 15 de Agosto de 2006 às 15:02
Caros jogadores em "combate" em "Arte Mora ao Lado": raf, bakali e nzagalo,

Ontem não quis continuar a discussão pois estava desmoralizada por uma manhã nos meandros da burocracia brasileira. No entanto alguma distância e reflexão levam-me hoje a rever algumas questões:

1) Não acho que depois de mais de quarenta anos de trabalho na área se possa considerar que os videojogos estão numa fase primitiva como referiu o bakali; a fase primitiva dos videojogos, ou seja, em que a representação se assemelha bastante à arte primitiva estudada por Franz Boas, é a época de ouro das arcadas e remonta à década de oitenta;

2) Acho que os jogos de mistério e terror (Silent Hill, The Thing, Max Payne...), as aventuras gráficas e RPGs do tipo Jak and Dexter e afins, os puzzles do tipo Myst, os maravilhosos Picmins ou os Sims, o Rez e o Frequency, enfim… e tantos outros que poderia citar… fazem parte de outra fase de representação gráfica em que a representação, aliás bem de acordo com a tradição clássica de representação pictórica, se vem sofisticando ao ponto de já se ter alcançado sem dúvida a fase renascentista. A representação simbólica dos primeiros jogos (ícones e formas elementares) é hoje substituída pela representação realista da mimésis-imitação e da reprodução da realidade e das leis da física. Se por um lado isto sempre aconteceu (jogos como os asteróides, citando apenas um exemplo, já se baseavam em leis da física…) parece que na altura dos “jogos primitivos”, eu diria dos primórdios, as leis do jogo (ou da jogabilidade) suplantavam as leis da física e a representação ganhava o seu elemento cartoon, importantíssimo em termos estéticos (ou de estética digital, hehehe);

3) A questão do mito parece-me fundamental até porque embora concorde com alguns autores que consideram que as arquitecturas da actualidade (jogos) estão para lá do mito (Ryan, “Beyond Myth and Metaphor, the case of narrative in digital media”, 2001) também acho que a ficção ou a criação ficcional em ambientes partilhados a ele não pode fugir pelo seu aspecto plástico. Como disse Blumenberg: “os mitos são histórias que se distinguem por um elevado grau de constância na sua estrutura narrativa e por uma igual capacidade para a variação marginal”. E no sentido da plasticidade que julgo que uma análise comparativa da estrutura do mito pode ser importante.

4) Em relação à arte há duas coisas que me parecem fundamentais distinguir. De forma equivoca tenho usado a expressão “arte contemporânea” quando será mais correcto utilizar “artes visuais” ou, se quiserem “mundos artísticos”. A substituição do termo artes plásticas por artes visuais é quanto a mim algo equivoca embora útil. Tão equivoca quanto a contradição da utilização do termo história de arte, hehehe. As artes visuais adoptam a incursão dos diferentes media e remetem-nos para aspectos e mundos artísticos que vão muito para lá dos mundos da arte contemporânea, das galerias e dos museus. Incluímos, neste contexto, mundos característicos das indústrias culturais, e consideramos um conjunto de práticas: música, fotografia, cinema e artes digitais. Assim, estamos a considerar a criação de mundos artísticos de um ponto de vista sociológico, à maneira de Howard Becker, onde as performances e os happenings artísticos são o resultado de movimentos e acções colectivas;

5) Por último queria dizer ao Raf que quando me referia ao "Body without Organs" estava a falar de um texto de Deleuze e Guattari nos 1000 plateaux :-).

Achei que isto estava a ficar uma grande confusão de conceitos e terminologias.


De rafgouv a 16 de Agosto de 2006 às 12:49
hello,

hmmm, ok quanto à explicação um pouco laboriosa sobre a distinção entre artes plásticas, artes visuais (quanto a mim ainda mais equivoca que a anterior). A ideia de "mundos artisticos" já me causa alguma urticária; poderiamos substituir, parece-me (desmente-me se for caso disso) essa expressão por "artes imersivas", o que remete para uma concepção algo duvidosa (e datada) em que a arte (o design, a muzak, a publicidade assimiladas muitas vezes sem discernimento ao maëlstrom artístico...) se revela essencialmente decorativa (o tal meta-mundo...).

É estranho no entanto que em paralelo com essa redefinição te voltes a referir aos jogos relativamente à questão da representação gráfica... E tão mais estranho quanto colocas a questão da evolução dos jogos também ela em função de referências todas elas saídinhas de onde? da História das artes plásticas (o Renascimento...). A questão que se coloca e que é sistematicamente eludida pelos especialistas é uma vez mais a questão lúdica e não a questão da representação (no fim de contas até um jogo "primitivo" como Tetris é inegavelmente pós-renascentista ou até pós-cubista, lol). Os novos jogos tipo Eye Toy, os tapetes de dança, as percussões de Donkey Kong e sem sombra de dúvida os jogos da WII -para não falar dos MMO que são tb muito diferentes - saiem totalmente deste âmbito o que me leva a pensar, como Bakali, que em termos lúdicos a partida ainda mal começou...


De mouseland a 16 de Agosto de 2006 às 17:50
Rafu,

Também concordo que a questão do termo "artes plásticas" é mais interesante do que "artes visuais" pois pelo menos são artes da plasticidade e não do visual (olho) ahahahah, mas acontece que foi a tentativa de diferenciar as artes tradicionais (pintura, escultura) dos novos media como a fotografia e o cinema que trouxe este novo termo e, sociologicamente falando, não nos podemos furtar destas terminologias. A utilização de "mundos artísticos" nada tem a ver com a questão da imersão. Eu sou bastante crítica do conceito implícito nas ideias sobre a imersão (transparência da interface e alienação do dispositivo técnico).

"Art Worlds" como definidos na Magnum Opus de Becker (esta é para te dar cabo dos nervos, hihihihi) são mundos implícitos na criação colectiva de qualquer obra musical, livro, instalação, mundo digital... são um conjunto de relações intrincadas que permitem que determinadas obras fiquem na história e outras não. Se quiseres é sobre o escritor mas também sobre o indíviduo que todas as manhãs o acordou às 5h da matina para ele escrever. Sobre a obra mas também sobre o autor que a assina e a quantidade de gente que para ela contribuiu. Enfim, a questão que focas do decorativismo inerente ao conceito não sei se percebi... mas a separação entre artes ditas "high" e artes artesanais é bastante focada e sendo de facto datada pode ser bem aplicada no que se passa na actualidade.

Em relação à representação gráfica acho impossível não aludir a ela aliás acho que esse aspecto só é bem trabalhado em termos semióticos, daí que leituras interdisciplinares sejam necessárias e já não seja suficiente uma leitura ou outra. Cada objecto é representado de forma diferente e atirá-los e encaixá-los em períodos históricos é ineficiente. Pois aqui tens precisamente a tentativa de reduzir o lado historicista da coisa mostrando que essa universalidade consensual histórica já não é possível. Os objectos tem que ser analisados nas suas especificidades e nesse sentido os estudos culturais são de facto úteis, parece-me. Isto faz-me lembrar quando estava nas Belas Artes e quase todos os livros sobre estética da actualidade tentavam redefinir o momento histórico (neobarroco / Omar Calabrese; Egípcio / Mario Perniola)... não será que todos eles proliferam na actualidade e na estética digital contemporânea? Agora que as semelhanças entre a golden age das arcadas e a arte primitiva são evidentes e foram enunciadas (Lamoureux; 2004) também me parece óbvio e que é inegável que os novos programas de geometria 3D estão mais perto das técnicas da perspectiva renascentista... podes perguntar onde é que isto nos leva mas para mim é evidente que é uma análise complementar a muitas outras que temos que ter em consideração.


De rafgouv a 17 de Agosto de 2006 às 08:54
Obrigado pelas precisões embora me custe um pouco encarar a relevância desse conceito sociológico dos "mundos artisticos"...

Lamento que uma vez mais generalizes a partir de uma observação que não se pretendia totalitária... Não me passa pela cabeça negar a importância da representação gráfica ou imaginar que poderias evitar fazer alusão a ela... A questão que me parece mais importante é a de saber se os jogos vídeo são artes visuais ou artes plásticas... E parece-me que não.

Não percebo bem as considerações académicas que fazes sobre a interdisciplinariedade e aquilo que me parece ser uma referência a estudos comparativos... Não penso de modo algum que tais estudos sejam inúteis em termos metodológicos mas permitem-nos raramente tirar conclusões abrangentes e/ou originais.

Deleuze demonstrou de forma luminosa (graças ao seu diletantismo sobre a questão filmica) que o cinema NÃO É uma arte visual (e nisso se distingue de outras disciplinas como a publicidade ou o vídeo-clip - não querendo isto dizer que as acho intrinsecamente menos nobres) nem plástica: o cinema não é imagem nem é som, o cinema é tempo (e neste sentido, para fazer alusão a uma referência de nzagalo noutro post, Matthew Barney é sem dúvida um cineasta mais puro do que um formalista/maneirista como Scorsese, o que não implica também um julgamento de valor)...

É uma reflexão deste nível que me parece útil efectuar em relação aos vídeo-games que oferecem hoje possibilidades (sobretudo graças à Nintendo) que os afastam de forma radical da "arte visual" ou plástica: o reconhecimento vocal (informa-te sobre Osama), a biometria, a sinestesia...

Resumindo, estou de acordo contigo sobre o facto que grafica e se calhar até visualmente os jogos atingiram uma certa maturidade. Parece-me no entanto que essa maturidade gráfica constitui apenas uma pequena parcela da maturidade lúdica que lhes está prometida.

xx, raf


De mouseland a 17 de Agosto de 2006 às 21:56
Alô Raf,

Nessa tua tabela de classificação entre artes do espaço (aquitectura, escultura?) e artes do tempo (cinema, música?) onde encaixas os videojogos? Essa não inclusão do cinema nas artes visuais parece-me estranha mas pode ser defeito de raciocínio em relação às artes digitais que me habituei a pensar como polimórficas e com imensas similariedades estéticas entre elas... como pensar hoje o cinema sem pensar também na publicidade e no video-clip? A questão da referencialidade, ou seja, se a pintura é simbólica e icónica podemos dizer que a fotografia e o cinema são referenciais e isso separa-os. Agora nos dias que correm quando tudo é gerado através da simulação em imagens de síntese em ambiente digital e não analógico estas separações parecem-me muito complicadas. Mesmo as realidades mistas e aumentadas que misturam ambas as estéticas necessitam de leituras transversais. Depois há outra questão que diferencia nitidamente os dois meios: a montagem. O cinema é acima de tudo editing e isso está intimamente relacionado com o tempo. O videojogo está perto do snuff movie e do directo (real time). A questão não é saber se os jogos são artes digitais ou plásticas que sabemos que não são! Isto porque são claramente artes digitais, primeira espécie (medium) realmente criado em computador, algoritmo emergente, interface cibernética. A questão que aqui se discute é que reflexos destas artes (media) encontramos nesta nova espécie. Claramente temos que fazer uma leitura abrangente porque aqui (nos videojogos) se reproduzem estéticas, ideias, formatações e mediações provenientes dos diversos media.

Estou a ler um livro que responde a algumas das tuas questões antropológicas e é editado em França: " La pratique du jeux vidéo: realité ou virtualité?" por uma doutoranda da Sorbonne em antropologia. Queria saber como traduzirias esta frase: "En effet, certains interviewés décrivent un sentiment de «décrochage» du corps par rapport à la volonté consciente". O meu problema é com a palavra «décrochage»... depois um título enigmático mas que não eu não consigo encontrar paralelo em português: "Les dérapages, décrochages et autres ratages". Thanks!

xx rato


De rafgouv a 18 de Agosto de 2006 às 08:49
Olá,

Esse livro interessa-me. O termo "décrochage" poderia ser traduzido neste caso por "desprendimento", "interrupção do contacto ou da ligação" com o corpo...

A questão da referencialidade do cinema é realmente determinante para definirmos que não se trata de uma arte "visual". Outro ponto importante é a questão do "fora de campo": o cinema é tanto feito daquilo que se mostra no écrã do que daquilo que não se mostra (ao contrário, justamente, da publicidade que pode utiliza a elipse mas praticamente não conhece o "fora de campo")...
Agora é certo que o cinema contemporâneo tem tendência para se aproximar das "artes visuais". Prova disso é a "storyboardisação" crescente dos filmes.
Outra questão interessante e um pouco complicada é a questão do dispositivo cinematográfico. Perguntas "como pensar hoje o cinema sem pensar também na publicidade e no video-clip?" mas subjacente está a questão "como pensar hoje o cinema sem pensar a televisão?" Ora, os dispositivos cinematográfico e televisivo são bem diferentes mas é verdade que estranhamente podemos dizer que o cinema permanece bem mais vivo na televisão do que nas salas (e isso devido se calhar a razões essencialmente económicas). Penso que essa transferência se operou gradualmente a partir dos anos 50: Hitchcock é simultaneamente o grande fundador do cinema maneirista (o "cinema filmado") de que "Vertigo" é o exemplo mais famoso e também o pioneiro da televisão "cinematográfica" com "Hitchcock presents" cuja economia narrativa (oposta ao fogo artifício visual de obras como "Vertigo") se filia directamente no cinema clássico.
Até há pouco tempo tudo nos levaria a pensar que a vertente maneirista/visual teria levado a melhor através da afirmação da virtuosidade de realizadores como Tarantino ou John Woo.
Não se trata aqui de contestar o valor destes realizadores (e doutros que adoro como De Palma ou Scorsese sem falar de Melville, Argento ou Mario Bava...) mas parece-me notório que as séries televisivas se revelam hoje bem mais modernas do que o maneirismo... Ora, quanto a mim estas séries aproximam-se muito mais do que é realmente o cinema (e do que o distingue tanto do teatro como da banda desenhada): tempo, duração... O problema que colocam para os críticos tem que ver com algo que é t


De rafgouv a 18 de Agosto de 2006 às 08:55
CONTINUAÇÃO
O problema que colocam para os críticos tem que ver com algo que é também próprio do cinema - a noção de autor. É muito mais fácil reconhecer a pata do Hitchcock no "Vertigo" do que nos episódios que realizou para a televisão (e que não são penso menos geniais)...
Ora, penso que não nos passaria pela cabeça considerar um


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