Domingo, 31 de Dezembro de 2006
A ÁRVORE DA VIDA_BOM ANO DE 2007!
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The Fountain de Darren Aronofsky, realizador do filme de culto Requiem for a Dream, é confuso e sem consistência. Um argumento sobre a "fonte" da vida com um estilo new age algo piroso e incompreensível num primeiro visionamento. Confesso que dormitei em alguns momentos… A imagem do ecrã do site oficial do filme serve, no entanto, como imagem de fundo para desejar a todos um bom ano de 2007. A mouselândia apresentará novos projectos e colaboradores já no próximo mês de Janeiro. O rato vai deixar de estar sozinho. Fiquem atentos!

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CARO DIÁRIO_DE MOTO POR PARIS_2006
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Uma experiência inteiramente nova foi andar de moto pela cidade de Paris com temperaturas negativas. Um frio de arrasar! Com um amigo atravessei a cidade e visitei o exterior do Quai Branly, museu projectado por Jean Nouvel e obra emblemática da presidência de Jacques Chirac. De moto fui ao Palais de Tokyo e ao café restaurante Charbon na Rue de Oberkampf. De moto recordei o ano que vivi em Paris quando passava algumas tardes a passear por parques e a vida parecia tão fácil… Era tão "pobre" com uma encolhida mesada com a qual enchia o frigorífico mas havia sempre tanta coisa para fazer... Festas em casas particulares, concertos, filmes, artigos para ler nos Inrockuptibles. Paris é uma cidade tão completa em tantas coisas e jantar na companhia de amigos que revejo quase todos os anos no restaurante Les Trois Marmites foi um prazer. Longe vão os tempos do Chez Vajda e esse foi um momento que trouxe de volta memórias. Obrigado Rafael, Loic, Gilles e Jean-François por nos podermos encontrar de tempos a tempos em Paris quando todos vivemos em lugares diferentes... Uma cidade à qual tenho necessidade de voltar, a conversa fluí e a ambiência é sempre recheada de inovações. Em Paris vi algumas das melhores exposições da minha vida e vivi momentos inacreditáveis que guardo com prazer. O filme, Caro Diario, de Nanni Moretti ilustra a deriva parisiense deste Natal de 2006.

A ceia de Natal na cidade museu é sempre recheada de ostras, foie gras e champanhe. Depois das coquilles de Saint Jacques (prato principal) o tronco (sobremesa típica) prepara o terreno para a abertura das prendas. Adoro a consoada parisiense!


PONTO WII_EVENTO LÚDICO_PARIS 2006
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No dia 25 de Dezembro de 2006 teve lugar o evento Ponto Wii realizado em Paris pelas 17 horas. Alguns gamers amigos experimentaram em conjunto as potencialidades da nova consola da Nintendo. A opinião geral foi muito positiva e as pessoas presentes ficaram fascinadas pelas potencialidades da experiência. A gamer Tui mostrou uma enorme destreza no bilhar, o gamer Bak na prova física geral, Rafgouv é barra no ténis e Loic no bowling. A Mouselin safou-se aceitavelmente bem no ténis e na prova física oscilou entre uma idade de 55 anos e uma outra de 72! 

A nova consola da Nintendo é uma poderosa “ferramenta” desportiva e implica o corpo físico do jogador a todos os níveis. Na versão/jogo Wii Sports podemos fazer partidas de ténis, baseball, boxe, etc., acompanhados por outros jogadores ou apenas em combate com um oponente virtual que pode ter mais ou menos experiência. O jogador através do Wiimote (comando para a mão direita ou esquerda que responde com inputs sonoros e tácteis aos movimentos do jogador) e do Nunchuck (ambos os comandos têm uma natureza ambidestra) manipula a raquete, o taco ou as próprias mãos do avatar no caso, por exemplo, do boxe. A experiência é bastante mais imersiva do que o habitual nas outras consolas e deixa o corpo próprio do jogador dorido e ginasticado ao fim de algumas horas de delírio lúdico. Adorei a versão ténis da Wii Sports, também apreciei bastante a experiência de boxe mas fiquei menos fã do basquetebol e do bowling. A grande aposta é tornar a consola num ginásio que potencia movimentos suaves mas bem coordenados e não tanto aplicar saques violentos e duros.

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O jogo da Ubisoft para a Wii, Rayman and the Raving Rabbits, é uma dureza de provas rápidas e difíceis de acompanhar do ponto de vista físico. Vencer o bando de coelhos sádicos e eufóricos num número vasto de provas e obstáculos que requerem destreza e esforço dos braços e das pernas não é uma tarefa fácil. Os coelhos apresentam desafios tão variados como alinhar música e apanhar coisas ao mesmo tempo, saltar à corda para não levar com uma corrente, manter os animais roedores de cenouras trancados e atirar ventosas e objectos para os aniquilar. O ritmo é frenético e a experiência acaba certamente por contribuir para a massa muscular do jogador. A narrativa do jogo é cómica e bem ao estilo francês, desconstrutiva e engraçada. O design gráfico do jogo é bastante sólido e a banda sonora também.

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Apreciei, no papel de voyer, o mundo enigmático e belo de Zelda, Twilight Princess e de Red Steel da Ubisoft, jogos que vou jogar quando comprar a minha Wii, uma consola que vale a pena.


5’000´000´000 D’ANNÉES_PALAIS DE TOKYO_PARIS 2006
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Palais de Tokyo, une seconde une année, de 14 de Setembro a 31 de Dezembro de 2006. Uma exposição medíocre com algumas peças interessantes nomeadamente a personagem (pequena criança/boneco) que bate violentamente com a cabeça (Revolution de 2005) de Kristof Kintera, corpo inquietante e assustador. As narrativas mágicas e esotéricas de Joachim Koester (Morning of the magicians de 2006). O volume escultórico realizado a partir de 200 kg de massa de soja chamado Patman 2 também de 2006 de Michel Blazy. Ainda de assinalar é a presença de Vincent Lamouroux com uma estrutura metálica enleada entre várias salas de nome Scape (2006). A exposição propõe uma reflexão sobre os conceitos de mutação, oscilação e transferência permanente de um estado a outro. No site da fundação podemos ler: “Como os mutantes os artistas desenvolveram uma liberdade para se moverem em esferas paralelas e como os mutantes a arte encontra a sua sobrevivência no furtivo [aquilo que menos se detecta e identifica, tecnologias da invisibilidade]: o nosso radar não permite ao nosso sistema interpretativo distinguir os indicadores alarmantes. Visualmente, nada (ou quase nada) nos permite identificar um mutante em relação a um ser humano, nada (ou quase nada) nos permite distinguir uma obra de arte de um objecto vulgar. A diferença está num outro lugar. Mas a partir do momento em que um mutante é identificado como tal, reintegra aos nossos olhos o seu estatuto de original (um extraterrestre). A partir do momento em que a obra de arte é identificada abandona o seu estatuto de objecto para se transfigurar e se juntar ao mundo da arte. (…) É a oscilação, a transferência permanente entre cada uma das esferas que constitui o interesse da arte da nossa época que se funda menos sobre uma estética que sobre uma verdadeira dinâmica”.

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A ideia de explorar a elasticidade (plasticidade) da obra de arte contemporânea pode ser entusiasmante mas os objectos expostos pouco ou quase nada parecem acompanhar as intenções do projecto. No seu conjunto, com as excepções apresentadas antes, as obras são “merdick” (como disse uma amiga que me acompanhou na visita à exposição) e sem qualquer ligação evidente às intenções apresentadas. Até a peça Rotoreliefs (1953) de Marcel Duchamp, apresentada na exposição, parece um pastiche de um novato a citar o mestre. O paradigma Duchamp, talvez o culpado do estado actual da arte contemporânea, não despega facilmente. Merdick!


TABAIMO_PELA PRIMEIRA VEZ NA EUROPA

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Ayako Tabata (Tabaimo ou pequena irmã de Tabata uma das suas amigas de infância) é uma artista japonesa nascida em Hyogo em 1975 e está neste momento exposta na Fondation Cartier pour l’art contemporain em Paris em paralelo com Gary Hill. A exposição apresenta três trabalhos da artista e quatro instalações filmadas pelos Ufer! Art Documentary. Estão expostas as animações sonoras Japanese Commuter Train de 2001, Haunted House de 2003 e Petite Salle de 2006. Das instalações filmadas fazem parte: Japanese Zebra Crossing de 1999, Dream Diary Japan, Japanese Bathhouse-Gents ambas de 2000 e Ginyo-ru (guinoller) de 2005. Uma exposição fabulosa onde somos transportados para inúmeros lugares.


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Em Japanese Commuter Train estamos no interior de um comboio suburbano onde visionamos um conjunto de cenas e ocorrências bizarras. Através de um jogo de seis projecções vídeo projectadas em paredes opostas forma-se um pequeno corredor em que uma aparente calma dá lugar a um conjunto de acontecimentos incongruentes. Estes acontecimentos são simultaneamente realistas e fantasmagóricos, por exemplo, um cozinheiro transforma uma estudante em sushi ou os braços dos passageiros vão caindo aleatoriamente. Afirma a autora: “Na minha opinião apenas um ambiente que suscita a doença pode desenvolver uma tomada de iniciativa nas pessoas como nós acostumadas à passividade da cultura de entretenimento. Esta tomada de consciência é necessária para completar a narrativa que nos conta a história das imagens colocadas perante os nossos olhos. Os espaços fechados e limitados que construo podem provocar uma sensação de opressão, de constrangimento físico ou de não possessão do tempo… eu desejo que em contrapartida com estas impressões o espectador guarde uma recordação de uma experiência única que não pertence que a si próprio”.


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Em Petite Salle deparamos com um céu animado com movimentos de ondas (mar/céu da meia-noite). De acordo com a artista japonesa publicada em entrevista no catálogo: “O mar usa um movimento pleno de significação nas suas vagas para nos dissimular das profundezas da água transparente. O mar engendra estas ondulações estranhas e insaciáveis como criaturas vivas e deposita-as sobre os nossos olhos aumentando assim o fascínio que estes abismos invisíveis exercem sobre nós. […] Comparamos por vezes as vagas às rugas que nascem na superfície da pele e inversamente as rugas a estas o que parece ser a prova de uma ligação entre estas palavras. A concepção tradicional japonesa que liga o corpo humano e o mar está profundamente inscrita na minha consciência.”


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Num outro momento (instalação), Haunted House, fazemos o papel de uma testemunha oculta (voyeur) que espreita através das janelas dos outros e observa cenas íntimas da vida quotidiana alheia. Seguimos no ecrã a projecção de uma luz que ilumina a penumbra e trás uma a uma a cena que desvendamos sobre um fundo de música electrónica. Sobre a instalação diz Ayako Tabata (Tabaimo): “Todos os dias os media penetram no meu ambiente de forma natural sem que eu procure particularmente uma maneira de lhes prestar atenção. Os media fazem parte integrante da minha vida à semelhança de outras actividades como comer ou dormir. Assim, uma vez trespassados pelo filtro dos media os acontecimentos são transformados em simples informações. Estas informações estão libertas de toda a carga emocional e levam-nos a percepcionar os acontecimentos de forma desincorporada. Embora estejamos perante incidentes graves que criam mudanças extraordinárias e se produzam na nossa envolvente mais próxima estes são percepcionados como simples informações. Este fenómeno verifica-se em mim e acho que é muito estranho o efeito de desrealização que as informações produzem sobre a minha pessoa mesmo no momento em que eu existo. As minhas obras são precisamente sobre esse sentimento de estranheza. Eu não procuro nem descrever o mundo na forma como este existe nem identificar um mecanismo psicológico particular no espectador, procuro apenas tornar sincera a expressão do meu Eu transformado pelo espelho dos media.




Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2006
A TODOS UM BOM NATAL!

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O rato vai até Paris passar o Natal e experimentar a nova consola Wii da Nintendo num evento marcado especificamente para a ocasião. Novas rubricas vão surgir no seguimento desta viagem de cinco dias. Tomem conta da casa até ao meu regresso e a todos um bom natal! A composição recombinatória da imagem natalícia foi feita a partir de dois sites. Este e este.




Sábado, 16 de Dezembro de 2006
QUEST FOR THE REST_THE POLYPHONIC SPREE
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Quest for the rest é um jogo on-line lançado para promover o álbum do grupo the polyphonic spree em 2004 e fica resolvido depois de se passar por três ambientes distintos. É simples, misterioso e está muito interessante do ponto de vista gráfico e sonoro. O desafio, chegar ao final do puzzle proposto, foi endereçado a dois blogues (mouseland e pensarvideojogos) pela ludologia. Passem por lá!

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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2006
PLAYING WITH BUZZ
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Buzz é um jogo para múltiplos jogadores disponível para a Playstation 2. Os participantes fazem-de-conta que estão num concurso (quiz show) onde se responde a perguntas variadas sobre música, lugares do planeta e vedetas. Ontem estive a jogar duas partidas (quiz de música e cultura geral) com um grupo semelhante ao da imagem em cima. As minhas personagens oscilaram entre uma miúda da moda enjoada e uma Cleópatra de decote generoso e racha na saia a quem eu chamei índia para grande galhofa dos meus companheiros de ecrã. Na primeira partida oscilei entre uma prestação péssima e uma outra medíocre mas na segunda volta já consegui um segundo lugar ex aequo. Ufa! À esquerda tinha um puto de cabelos loiros, calções e ténis all star aos pulos que teimava em disputar o primeiro lugar com um outro boneco tipo Elvis. Na segunda partida o Elvis deu lugar a um Einstein que, claro, acabou por vencer. O Jorge Gabriel, que é a voz da personagem apresentadora, massacrou-me bastante com expressões do tipo: “então número 3 assim não vais longe!” Vale a pena passar um serão a jogar Buzz.
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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2006
JÁ ESTÁ NO “AR” A BLOGONOVELA DE INVERNO!
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A blogonovela de Inverno já começou e há novos desenvolvimentos. Leandro Silva afirmou: “Como sabem a Zuzu e filhos vieram de malas e bagagens viver para o meu condomínio (Parque dos Abonados) em Telheiras no dia 30 de Novembro último. Desde então a minha vida tem sido iluminada por uma discreta donzela de boas falas. (…) Pensei que talvez a tia Chôcô pudesse vir buscar a Zuzu para umas férias num cruzeiro ou algo assim pois eu estou muito ocupado com o trabalho para andar a resolver a situação actual. Isso afastava as pestes para casa daquele malandro e o meu bem-estar ficava assegurado. Espero que algo se possa fazer”. Dalida Mercido, filha de Zuzu e Jota Mercido, surgiu pela primeira vez e disse: “Queria perguntar se alguém me quer adoptar? Tenho 12 anos, cabelos loiros olhos azuis, mais ou menos azuis, e aparelho nos dentes de cima e de baixo. Gosto de estudar e de ouvir a floribella (…)”. Zuzu parece triste: “olá querida mouse. Gostaria, para começar, de referir que estou desgostosa e sem vida. (…) O Fábio chama-me nomes (eu agora não posso dizer quais são) e a Dalida vem para aqui pedir abono de família… ai que desgraça em que eu cai desde que entrei nesta novela. Estou linda, é verdade. Perdi dez kilos e tenho o cabelo que é uma categoria mas esta tristeza… choro muito e não suporto as lambisgóias das filhas do Leandro, gaiteiras armadas em senhoras. Sento-me no jardim lá de baixo a ler a Suzana Tamaro que este livro do vai onde o coração te leva é muito bonito mas nada de me sentir melhor… um destes dias a árvore lá de baixo falou-me ao coração, de resto se não for ela, é o que lhe digo, querida mouse, uma desolação, lágrimas e suspiros e muita etiqueta. Este moço com quem me juntei é bom rapaz, trata-me bem e já me ofereceu um fio de ouro mas na verdade o amor, o amor… só vossas senhorias me podem ajudar que não sou assim tão cristã"… Antoine desejou: “que a querida mouse, pobrezita, na azáfama do Natal, com as idas para Paris, não se esqueça de dar início à superprodução do ano, a Zuzurella! Não aguento mais este compasso de espera, confesso. Por favor, Pai Natal, ilumine a mousinha e, já agora, dê uma mãozinha à fadinha”.
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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2006
THE DEPARTED_ENTRE INIMIGOS
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Infiltrados e ratazanas é uma coisa que sempre me interessou pelo que tenho que fazer uma ressalva breve ao último filme de Martin Scorsese, Entre Inimigos. Gostei bastante dos diálogos, hilariantes e divertidos. O argumento sem ser surpreendente é interessante e o aparato de actores famosos só se justifica na excelente prestação de Leonardo DiCaprio (insuperável como em Catch Me If You Can). De resto, os canastrões do costume (Matt Damon, Jack Nicholson, Mark Wahlberg, Alec Baldwin, a quem se junta Martin Sheen com uma prestação balofa) só surpreendem porque estão todos juntos num enredo bem estruturado mas menos consistente onde não há diferença entre polícias e ladrões.
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