Sábado, 28 de Julho de 2007
FESTA DE ANIVERSÁRIO_28_29.07.07
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De hoje para amanhã comemora-se uma nova casa (com arquitectura de Pedro Gadanho) mas também se comemoram duas festas de anos de amigos há mais de vinte anos. A mouse e o Pedro fazem respectivamente 37 e 39 anos. Consta no convite: Girl djs from all over the place: a Isa, do Porto, a Rita Maria de Lisboa e a PollyTox de Berlin. Till late ou até que a polícia chegue.” Lá estarei a passar dos 36 para os 37! A casa tem as cores das imagens e a música será certamente boa e diversificada.

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SHREK THE THIRD_INTELIGENTE!
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O terceiro “episódio” de Shrek é de morrer a rir. Já vi o filme há uns tempos e tenho vontade de rever o desempenho trágico-cómico do sapo rei, os diálogos da escola secundária, a troca de personalidades entre o burro Donkey e o gato-das-botas... Tenho curiosidade e desejo de rever a chuva de tropelias dos bebés que figuram no sonho do ogre, as considerações do cabeleireiro travesti e a brigada de feministas acabadas de sair de vários contos de fadas... Um filme mesmo muito divertido que não deixa ninguém indiferente com um enredo hilariante e uma animação soberba. Aguardo com ansiedade o próximo episódio da série.


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Sexta-feira, 27 de Julho de 2007
LISBON UNDERGROUND MUSIC ENSEMBLE_LUX JAZZ SESSIONS
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Estão a decorrer em Julho e Agosto de 2007, às quartas-feiras no Lux, as Lux Jazz Sessions. De acordo com o site de divulgação do evento este acontece porque: “Jazz é evolução. Jazz é tradição. Jazz é a grande raiz da música moderna, o sustento do seu passado e a força do seu futuro. É com tal certeza que o Lux apresenta agora o passo inevitável nessa evolução: Lux Jazz Sessions, o ciclo de concertos e DJ sets que regista esse encontro mágico entre passado e futuro, tradição e evolução, jazz e todas as suas consequências.” Uma programação de luxo patrocinada pela Caixa Geral de Depósitos com entrada livre. Finalmente, consegui assistir a um dos concertos agendados e desta forma tive o prazer de ouvir os LUME BIG BAND e os AFRO LATINO DYNAMIC DUO (Johnny e Pedro Passos). Na sala de baixo a orquestra Lisbon Underground Music Ensemble (LUME) actuou logo às 23h20 e depois seguiu-se, pela noite dentro, a actuação dos Djs na sala do primeiro andar. Sobre os LUME mais informações aqui. A programação de Agosto é aliciante e pode ser consultada on-line.


“O MUNDO ÀS AVESSAS”_MIGUEL PALMA

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A exposição “O mundo às avessas” de Miguel Palma que está patente na Culturgeste (Caixa Geral de Depósitos) até dia 2 de Setembro contribui bastante, quanto a mim, para a análise de uma obra consistente e bem estruturada, uma obra engenhosa e criativa. O artista-engenheiro mostra um conjunto de onze peças ou engenhos tecnológicos que formalizam uma critica sobre o poder dos dispositivos técnicos na sociedade contemporânea. As obras apresentam um carácter lúdico evidente e estão muito bem executadas do ponto de vista formal. Assim, o interlocutor que com elas se depara é convidado a reflectir sobre a cultura actual nas suas mais diversas vertentes e complexidades. Neste contexto, encontramos nestas “engenhocas” tecnológicas noções díspares que reflectem várias problemáticas. Encontramos artefactos que nos fazem pensar em mecanismos de regulação da percepção (olho mágico, 2003), utilização de transportes e sensibilidade ecológica (engenho, 1993 ou 2,5 Km a 100 à hora, 2001), urbanismo e planificação territorial (Carbono 14, 1998), subsistência do planeta e dos diversos ecossistemas vivos através da oposição entre o parque industrial e a zona residencial (Ecosistema, 1995), guerra e conflitos no espaço aéreo (Little Boy e Tapete Voador, 2005). Objectos nostálgicos que nos atiram de repente para outro lugar no espaço, como se voltássemos de uma reclusão prolongada num bunker e olhássemos a realidade “às avessas”.

Seria sublime poder olhar estas peças no exterior (rua) a partir de uma estrutura de vidro, uma redoma sobre a realidade do dia-a-dia. Como turistas desinteressados que passariam por estas obras olharíamos certamente para elas de uma forma menos "engajada" e o efeito poderia ser ainda mais eficiente. A sacralização museológica daria lugar a um efeito de presença tocável no dia-a-dia da cidade de Lisboa.

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Com raízes evidentes no futurismo de Marinnetti e no dadaísmo de Marcel Duchamp as obras de Miguel Palma agora expostas na Culturgeste evidenciam uma superação do modelo do artista artesão e impõem concepções mais próximas da revolução tecnológica onde o design surge como uma mediação entre a arte e a tecnologia (Flusser, 1999). Estas obras contextualizam e são exemplos perfeitos do tema do artista como designer ou engenheiro. Sobre isto o texto de Miguel Wandschneider presente no jornal da exposição é útil e contextualiza de forma clara as relações que sempre se estabeleceram, mas que ganham novas configurações na contemporaneidade, entre arte e engenharia, arte e design. A não perder.


Quarta-feira, 25 de Julho de 2007
CROMOSSOMA XX
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Dois livros interessantes que tive oportunidade de ler recentemente. Um deles acabou de sair em França em Junho, de nome No Kids, Quarante raisons de ne pas avoir d’enfant (2006) e é da autora suiça Corinne Maier. O outro é mais antigo, já está traduzido em Portugal, chama-se Mulher, uma geografia íntima (2001) e é da americana Natalie Angier

Em No Kids… Corinne Maier levanta inúmeras questões sobre a pressão social imposta às mulheres em relação à maternidade e a autora mostra-se bastante “irritada” com o surto de nascimentos que têm lugar actualmente em França. Mãe de dois filhos, Corinne Maier, psicanalista e economista de 43 anos, considera, em entrevista ao jornal timeonline, que: “Em França as pessoas glorificam a maternidade e não têm abertura para um diálogo que questione a dificuldade de educar crianças. Pensei que seria divertido reflectir sobre o mito que procriar é maravilhoso”. A sociedade francesa, segundo Maier, exerce uma coação evidente sobre as mulheres para que estas sejam mães e acaba por promover a ideia de que qualquer mulher que não se rege pelos paradigmas comuns é uma dissidente, egoísta, neurótica, obcecada pela carreira ou uma lésbica… o maravilhoso mundo da maternidade é questionado em todas as suas facetas através de quarenta razões que podem levar a mulher a questionar a sua vontade de contribuir para a alienação vigente. Poucas mulheres na história ocidental são aquelas que não sucumbiram às agruras da biologia determinista e que contrariaram a vontade pela procriação imposta pela sociedade. Poucas (mesmo que cada vez sejam mais) são também as mulheres que deixam rasto na história das letras e da cultura ocidental e muitas destas tiveram que prescindir do elixir mágico da biologia: Hannah Arendt, Simone de Beauvoir são alguns exemplos dados pela autora. Não perder as considerações de Corinne Maier sobre a actual sobrevalorização da criança e menosprezo dos jovens aqui!

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O livro Mulher, uma geografia íntima de Natalie Angier é uma viagem pelo corpo humano no feminino que questiona e desmistifica muitas concepções que ignoram a natureza íntima e biológica imposta pelo sexo como natureza e pelo género como produto da cultura. Uma reflexão pelos discursos masculinos sobre a mulher e a forma desta pensar e agir que nos transporta para dentro do corpo biológico gerado pelo cromossoma X. Genes, hormonas, órgãos e muitas comparações com o corpo animal tornam esta uma leitura aliciante, por vezes, angustiante... quando a autora descreve operações e pormenores cirúrgicos detalhados como, por exemplo, a intervenção médica numa dadora de óvulos ou a histerectomia fiquei quase com vontade de vomitar. Um livro imprescindível para quem gosta de conhecer as entranhas do corpo biológico e contestar muitas construções sociais impostas a partir deste. Natalie Angier remete-nos para um conjunto de textos e investigações sobre a geografia feminina, critica alguns autores (Desmond Morris é uma das vítimas) que proferem enormidades sobre a vontade e o desejo das mulheres e desmonta até discursos de feministas (Camille Paglia é uma delas) e afirmações de cantoras como Björk que denotam uma cegueira evidente em relação às conquistas e ao lugar das mulheres na sociedade actual. O livro alerta para o perigo de considerarmos que a mulher é hoje em dia equiparada ao homem quando todas as estatísticas afirmam  o contrário: salários muito menores, regalias e postos de trabalho muito inferiores, etc. etc...


Duas leituras fascinantes que vêm dar voz à causa da mulher no século XXI!


Segunda-feira, 16 de Julho de 2007
POP PLAYLIST DE RAFGOUV_2.0_FLUO DREAD SUMMER EDITION
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Hoje é dia da 2ª Pop_Playlist, uma vez mais com links para que possam descobrir os sites de cada um dos artistas citados. Novidade: alguns temas da Playlist de Rafgouv podem também ser ouvidos no Last FM. Desafiamos os visitantes da Mouselândia a escreverem comentários sobre um (ou vários) dos artistas (ou temas) propostos.  

Todos os meses, um dos comentadores é premiado com uma tripla recompensa: um CD cópia privada (edição limitada a 2 exemplares) com capa ilustrada por Mouse contendo os temas da Playlist e um bonus track; o convite para escrever um texto sobre música na Mouseland; o titulo de membro do júri que seleccionará a Playlist “Best Of” anual em Dezembro de 2007. 

As participações para esta segunda edição estão abertas até 31 de Julho e os resultados serão anunciados uma semana depois. BOA SORTE!!!

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1. BACK TO BLACK, AMY WINEHOUSE (Back to Black, Island Records)

2. A CAUSE DES GARÇONS, YELLE (A Cause des Garçons EP, Source etc.)

3. HUSTLER, SIMIAN MOBILE DISCO (Attack Decay Sustain Release, Wichita)

4. MY PIANO, HOT CHIP (DJ Kicks, K7)

5. GRAVITY’S RAINBOW SOULWAX REMIX, KLAXONS (It’s Not Over...)

6. THE LAST SYMPHONY, DATA (Aerial Light EP, Naïve)

7. HAILING FROM THE EDGE, APPARAT (Walls, Shitkatapult)

8. FLAMINGO - TOMBOY’S TARAM REMIX, TOMBOY (Flamingo remixes...)

9. POP THE GLOCK, UFFIE (Ed Rec. Vol.1, Ed Banger)

10. DOLCE VITA CAPPUCCINO DISCO MIX, RYAN PARIS (Dolce Vita EP...)

11. VULCANICE, DAS GLOW (Weiss Gaz EP, Institubes)

12. STRESS, JUSTICE (Justice, Ed Banger)

13. TESTBILD, VOLT (Volt, In the Red)

14. AMADEUS ORIGINAL MIX, TURZI (A, Record Makers)

15. SLEEP DEPRIVATION, SIMIAN MOBILE DISCO (Attack Decay...)

16. THE END, SIBYLLE BAIER (Colour Green, Orange Twin)

PS: A ordem dos temas é puramente arbitrária e não reflecte qualquer hierarquia qualitativa! A 3ª edição do jogo decorrerá a partir de 15 de Agosto. Até lá descubram outras curiosidades musicais no espaço de Rafgouv.


Domingo, 15 de Julho de 2007
TRANSFORMERS_CYBERTRON_AUTOBOTS VERSUS DECEPTICONS
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O filme Transformers (2007) de Michael Bay é muito mau. Não podia deixar de o ver pois afinal este artefacto cinematográfico ao adoptar os robots/brinquedos Transformers trata de um dos conceitos mais interessantes para explicar a plasticidade da simulação. No entanto, verdade seja dita, o filme não presta. Os robots transformáveis são ET’s que descem à Terra para salvar ou destruir o futuro desta e o enredo mostra-nos que existem Transformers bons e maus e que é a luta entre ambos que vai definir o futuro do planeta. Robots combatentes lutam para destruir ou salvar os humanos numa narrativa de super heróis onde os adolescentes é que vêem a realidade e têm ferramentas e competências para salvar a Terra. Salvo um corajoso militar musculado e honesto, pai de família que apenas deseja conhecer a filha recém-nascida, os adultos surgem como personagens obtusas que estão ali apenas para atrasar a progressão do salvamento.

Fora dois ou três episódios que normalmente envolvem “batalhas” empolgantes e tecnicamente bem resolvidas nada no filme é estimulante. As personagens são bastante estereotipadas: o guru dos jogos, a especialista em sistemas e o adolescente desajeitado que seduz a miúda mais gira do liceu por meios pouco ortodoxos. Todas estas personagens têm mais ou menos dezasseis anos e só lhes falta um aparelho nos dentes. Os diálogos são de uma pobreza que dá dó. Com um objecto (os robots Transformers) tão interessante era impossível fazer pior e resta-me apenas dizer que sobre a magia dos robots que se metamorfoseiam de inúmeras formas mais vale o contacto com os brinquedos clássicos, com os desenhos animados ou consultar as teorias sobre a simulação e os Transformers de Gonzalo Frasca. Teorias estas, certamente inspiradas pelo artista plástico, também uruguaio, Torres Garcia. O pintor concebeu um conjunto de brinquedos desmontáveis de madeira após a Primeira Grande Guerra Mundial (1914-1918) e estes podem ser vistos no Museu com o seu nome no centro de Montevideo. Uma produção artesanal de madeira incomparavelmente mais inteligente que este filme.
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“OCEAN’S THIRTEEN”_JOGO SUBVERSIVO

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Ocean’s Thirteen (2007) de Steven Soderbergh vale a pena ver mesmo que deixe a sensação que é um pouco “mais do mesmo”. Os “suspeitos do costume” migram do analógico para o digital num filme que não sendo uma obra totalmente conseguida é muito divertido. O "estilo glamouroso" dos ladrões refina-se e até Matt Damon (Linus Caldwell) por quem nutro uma certa embirração está, neste terceiro episódio da saga, bem "saído da casca" e com bastante piada. Com um nariz postiço a simular um pinóquio da cosmética facial o autor esmera-se por parecer um sedutor misterioso e dotado. O universo “Oceans” agrada-me e cada filme é para mim uma experiência engraçada não só por poder reencontrar uma vez mais aquelas personagens subversivas como também por me poder deliciar com os diálogos. Há momentos verdadeiramente cómicos e as conversas entre Danny Ocean (George Clooney) e Rusty Ryan (Brad Pitt) são sempre de uma ironia assinalável. As incursões pelas potencialidades da tecnologia inteligente deixam os heróis com um ar fora de moda muito curioso. Gosto bastante das tropelias mecânicas da personagem Basher Tarr (Don Cheadle) e do ar out of script de Reuben Tishkoff (Elliot Gould). A história é simples mas cheia de peripécias e gadgets: o gang masculino prepara-se para vingar o amigo e mentor de Danny Ocean, Reuben Tishkoff, depois deste ter sido traído por Willy Bank (Al Pacino) seu sócio numa negociata de casinos. A banda sonora é deliciosa e é mais uma vez assinada por David Holmes.
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Domingo, 8 de Julho de 2007
FEDERER GANHOU! WIMBLEDON FIVE!
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Depois de algumas horas de sofrimento e com um Rafael Nadal quase imbatível, Roger Federer, arrecadou a 5ª vitória consecutiva em Wimbledon. Bjorn Borg assistiu à proeza de Federer que em dado momento parecia a um triz de perder a hipótese de ganhar o troféu mas o rapaz surpreende sempre com o seu low profile inexcedível. Foi um jogo de titãs. Federer esteve adorável mas por momentos ia perdendo a postura. Sofri bastante! Foi um grande encontro.




MACE_COLECÇÃO ANTÓNIO CACHOLA
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Inaugurou na sexta-feira passada o MACE, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, com a colecção de António Cachola. Em 1998/99 vendi a instalação “Ruptura, mercado das paixões porque o amor não está na moda”. Esta instalação consistia num jogo lúdico em CD-ROM onde o participante é convidado a interagir com várias questões que o fazem progredir na estrutura do questionário e, finalmente, aceder a um dos três relatos de histórias de mulheres. Entre fragmentos do discurso amoroso de Roland Barthes e temas da Bjork e dos Sukia, com um grafismo inspirado pelas figuras femininas dos filmes de Alfred Hitchcock o trabalho tinha como intenção reflectir sobre os estereótipos do mercado das paixões consagrados pela moda e pelo marketing. As narrativas paralelas são lidas de forma não linear e apenas depois de algum tempo a manipular a estrutura se conseguem perceber as ligações no discurso, de outra forma temos apenas acesso a alguns eventos soltos, ambientes gráficos e sonoros díspares. Da instalação faziam ainda parte um néon vermelho e duas telas impressas digitalmente. Penso que é a única obra digital interactiva que tira partido do computador desta colecção. De resto, a iniciativa é de louvar e esperemos que dê cada vez mais realce à produção digital.




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