Terça-feira, 30 de Setembro de 2008
NIAGARA FALLS, ONTÁRIO, CANADÁ
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A visita às Cataratas do Niágara foi para mim uma surpresa, confesso que estes destinos turísticos me deixam sempre com alguma suspeição mas desta vez fui absolutamente surpreendida pela sensação que tive perante aquele espectáculo natural. A força e o barulho da água fizeram-me “viajar” para um ambiente relaxante e único, o azul esverdeado e aveludado daquele turbilhão é maravilhoso mas é certamente o som que encanta realmente e nos transporta para uma outra realidade sensorial. Saímos de Toronto à hora de almoço e, depois de um passeio pelas redondezas, chegámos a Niagara por volta das cinco horas da tarde. Apanhámos o barco, Maid of the Mist, e bem próximos das cataratas, tanto do lado canadiano como americano, mas principalmente no lado canadiano, senti um verdadeiro calafrio emocional pela grandeza, pela escala, pela dimensão daquele “repuxo” de água. O meu parceiro assegurava-me que a sensação era muito mais impressionante do que a que sentira nas cataratas do Iguaçu embora estas, segundo me explicou, sejam maiores e aparentemente mais bonitas falta-lhes aquela força e violência da água a correr.

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À noite jantámos num restaurante com panorama sobre as cataratas e encontrámos dois estudantes de MBA da Arábia Saudita que conheciam imensos jogadores de futebol portugueses e que ficaram fascinados quando perceberam que na Europa o facto dos jogadores terem ou não um curso superior era secundário. Uma vez que assisti aos Jogos Olímpicos de Pequim em solo canadiano, o que foi bastante conveniente em matéria de horários pois o fuso é de aproximadamente 12 horas, pude constatar de forma acentuada uma coisa que já sabia, a importância dada aos estudos universitários dos atletas e o enfoque nas universidades onde estes estudaram bem como a enorme sinergia existente na América do norte entre atletas de alta competição e universidades. Achei curioso olhar para a cara surpreendida dos estudantes de MBA quando lhes dizíamos que na Europa os jogadores eram mais comummente certificados “pela escola da vida”. Depois do jantar o nosso motorista Mark, nascido na Holanda mas há mais de quarenta anos no Canadá, deixou escapar um turista iraniano e andámos, em grupos, uns quarenta minutos à procura dele. Finalmente, e depois do Mark ter chamado a polícia, lá apareceu o iraniano de táxi, tinha-se perdido naquele lugar mínimo e onde parecia impossível perder o norte.

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No caminho de regresso a Toronto contaram-nos a história dos emigrantes chineses durante a construção dos caminhos-de-ferro canadianos. De acordo com o que nos contaram inúmeros chineses pensaram trazer a família para o Canadá, depois de acabada a empreitada, mas os canadianos, com receio de uma invasão asiática, fizeram passar uma lei em que os trabalhadores chineses, para trazerem a família, tinham que pagar uma quantia de aproximadamente 5,000 dólares o que, na época, equivalia a mais ou menos dois anos de salário. Assim, os chineses na impossibilidade de pagar tão exorbitante soma ficaram sós a viver no Canadá e imensos problemas sociais se geraram. Segundo nos disseram ainda, recentemente o governo canadiano tornou público um pedido de desculpas à população chinesa. A verdade é que, talvez por esta e outras histórias assim, com uma enorme população de emigrantes, as cidades canadianas que conheci são as que maior número de pessoas “loucas”, “estranhas”, “bizarras”, “apanhadas”, não sei que mais adjectivos, vi nas ruas. Há qualquer coisa de desajustado mas nunca percebi bem o quê. São bêbados pacíficos, alguns bem vestidos aos tombos, ou senhoras maquilhadas a rir desalmadamente em paragens de autocarro, ou gente sem-abrigo estendida no chão… muitos pedintes… sem violência. Realmente compreendi ainda melhor os livros de Douglas Coupland. Há qualquer coisa de verdadeiramente insólito.
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Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008
TORONTO_ICONOGRAFIAS
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Domingo, 28 de Setembro de 2008
TORONTO_UMA CIDADE ONDE NÃO ME IMPORTAVA DE VIVER
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Chegámos a Toronto provenientes de Montreal depois de uma viagem de comboio curiosamente frustrante. Os bilhetes foram caros e o comboio nem ao nível do nosso Intercidades se poderia comparar. Uma viagem de mais ou menos quatro horas durou quase seis. Como as carruagens não tinham lugares marcados ficámos numa fila de uma hora, antes da partida, à espera que nos destinassem o lugar. A culminar com todo este cenário deparámos com uma casa de banho tão desconfortável que na viagem de regresso a Montreal fiquei cinco horas sem lá pôr os pés. Valeu a pena a experiência principalmente para perceber a sorte que é termos comboios financiados pelo estado. Por ali apanhar um comboio não deve ser uma coisa muito frequente embora me tenham sugerido que existe uma linha entre Toronto e Vancouver que tem uma vista panorâmica muito interessante, nem quero imaginar o preço!

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Como chegámos por volta das cinco da tarde e o percurso da estação ao hotel foi rápido, largámos as malas e fomos a correr explorar a cidade. Andámos alguns quilómetros até ao rio Ontário passando por algumas ruas comerciais e assim fomos descobrindo alguns dos sítios que se iam tornar, nos dias subsequentes, as nossas referências geográficas. Adorei passear à noite na rua Yonge, atravessar o bairro gay até chegar ao hotel, ir almoçar ao Distillery District, com algumas lojas de designers e galerias que vale a pensa explorar, e beber um dos melhores chocolates quentes que algum dia tive o prazer de apreciar. Infelizmente não me lembro do nome do café mas li algures que era considerado um dos melhor da cidade…

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O Distillery District ainda está em progress mas promete ser um lugar memorável. A rua Yonge tem restaurantes e lojas que me deixaram uma saudade enorme tal como apreciei imenso explorar as várias tendências multiculturais da Bloor Street. Na verdade a cidade deixou-me uma sensação persistente muito boa e é um sítio onde não me importava nada de viver. Sem esquecer o Drake Hotel, hot bed for culture, e a excelente exposição de arte japonesa que vimos na Indexg Gallery. Esta galeria, aberta ao público desde 2006, e considerada pela revista How a melhor nova galeria de 2007, apresentava uma exposição curiosa chamada “China/Biblioteca/Manga” de uma família japonesa: pai, mãe e filha. Os pais são ambos fotógrafos e muito conhecidos na cena artística japonesa e a filha, designer de livros manga, também é bastante popular no Japão. Provenientes de uma família de escritores e editores, o pai e a mãe, Shimao Shinzo e Ushioda Tokuko, lançaram o livro China Products, e Maho Shimao: “hit the Japanese cool scene with her first book "Joshikosei Goriko" in 1997. She was hot in Tokyo and has become a celebrity manga artist among the young generations”. Ler mais aqui.

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Nos cinco dias seguintes que ficámos em Toronto ainda fomos ao ROM, Royal Ontário Museum, ao Design Exchange, a Niagara, ao Mocca, Museu de Arte Contemporânea Canadiana, ao OCAD, Ontário College of Art and Design e à Art Gallery of Ontário, esta última fechada para uma obra de renovação a cargo do arquitecto Frank Gehry. O Mocca, ao contrário do que diziam todos os folhetos culturais, estava, no dia em que lá fomos, também fechado e, sem explicação possível, com umas latas de tinta e um bilhete escrito à mão, batemos com o nariz na porta. Ficámos com a nítida sensação que o guia estava correcto ao afirmar que este museu não era grande coisa… O ROM fica perto da Queen Street e é um museu interessante para crianças mas um bocado misturado para o meu gosto, além da parte de história natural, quanto a mim a mais interessante, encontram-se artefactos de diversas culturas numa amálgama museológica que acompanha bem a tendência canadiana para a mistura, sendo que aqui se tratam de diversas civilizações mixadas no mesmo espaço. A visita ao Design Exchangeaqui foi relatada. Niagara ficará para breve e o OCAD, Ontário College of Art and Design fica num edifício bem curioso que faz justiça ao prestígio da instituição que há mais ou menos um ano publicou um estudo a reclamar a democratização do design advogando que os produtos de design não chegam a muito mais do que 10% da população mundial.

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Tal como em Montreal a Ásia está em todo o lado, no bairro Chinatown, nos inúmeros restaurantes japoneses, tailandeses, entre outros, nos tamanhos de roupa nas lojas e nos produtos de consumo. Deliciámo-nos com um excelente restaurante tailandês aconselhado por uma revista local e fomos a alguns japoneses inesquecíveis, modernos, simples ou mais tradicionais. Também me fartei de comer os maravilhosos aperitivos japoneses que por cá também já encontramos mas com dificuldade. E por lá podia beber uma água de Aloé Vera adquirida em qualquer supermercado ou loja de conveniência. Toronto vale mesmo a pena explorar!

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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008
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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008
QUÉBEC_UM LOCAL “COOL” E ACOLHEDOR COM ALGUM EXCESSO DE TURISMO

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Os quatrocentos anos de história da cidade do Québec surpreendem bastante os americanos mas temo que para a maioria dos europeus a cidade pareça algo plástica e turística. Tudo muito arranjado, milhares de pessoas em todo o lado a passear e um conjunto de edifícios bastante bem conservados, definem uma cidade agradável mas também um pouco “parolita”. Talvez falte uma certa patine aos prédios ou os concertos da orquestra filarmónica militar “casem” mal com alguns cafés verdadeiramente cosmopolitas. Não sei exactamente o que provoca uma certa impressão de mistura asséptica de tendências… se a junção do belo mercado do velho porto com as instalações de arte de pseudo vanguarda também no antigo porto da cidade… se os palhaços associados, pela proximidade, à prática de exercício físico com umas bicicletas de desporto estáticas… se os Les Miserables em cartaz no centro… se as lojas de roupa algo incaracterísticas… se apenas lá ter estado pouco tempo para ter ficado com uma impressão demasiado vaga…

Vale a pena visitar a cidade do Québec pois mesmo sem ser verdadeiramente surpreendente entranha-se com uma certa sensação cool, do tipo, quanto mais tempo se fica e se "vive" aquele ambiente tudo parece fácil, ligeiro. Em Montreal e Toronto isso foi mais do que evidente mas fiquei mais tempo em ambas as cidades do que na cidade do Québec. A mistura entre duas línguas em todo o lado, a cultura anglo-saxónica e a cultura latina, um melting pot genuíno que nos remete para dois mundos que se completam tão bem. A gastronomia francesa e o pragmatismo inglês, o ênfase na educação e na cultura, a simpatia cómica e o sentido de humor. A mesma sensação que tive por todo o Canadá: um lugar cool e acolhedor. Se não tivéssemos optado pelo nosso confortável hotel stop over em Levis e pelo modernaço Café Cosmos talvez tivéssemos usufruído melhor esta cidade mas soube tão bem aquele retiro suburbano.

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Domingo, 21 de Setembro de 2008
DE LEVIS AO QUÉBEC
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A CAMINHO DO QUÉBEC
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Depois da “experiência com as baleias” voltámos ao Québec onde ficámos dois dias. A viagem revelou-nos uma paisagem de estrada estranha. Algumas casas magníficas, isoladas do mundo com uma escada directa para um pequeno lago com um barco, mas visíveis da estrada. Nunca consegui deixar de pensar que muitos filmes que vi devem ter sido ali filmados e que aquele cenário é maravilhoso para décor de um artefacto cinemático. Mas o isolamento da maioria dos lugares deixou-me constantemente uma sensação de terror e drama. O que seria passar uma noite num lugar daqueles? Uma noite a pensar na vulnerabilidade da localização..? Idílico demais para não causar calafrios e me recordar os inúmeros filmes de terror e suspense com paisagens semelhantes. Outras moradias encantadoras estão situadas no topo da montanha e têm uma vista soberba para o rio. Sempre com uma pintura exterior impecável. Algumas delas repletas de quinquilharia escultórica, bonecos, estátuas, sem muros, e abertas o suficiente para se perceber que o pintor americano Thomas Kinkade deve ser bastante apreciado por aquelas paragens. Passámos a baia de Saint-Paul, onde comemos uns mexilhões tipicamente franceses, e parámos em Sainte-Anne para ver a praça da igreja. Chegámos ao fim da tarde a Levis para passar, no dia seguinte, de barco para a cidade do Québec.

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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008
BALEIAS, GOLFINHOS E FOCAS!
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Por volta das oito horas da manhã tomámos o pequeno-almoço para embarcar às 9h30 numa aventura com nome de código “baleias”. Estava algum frio. Assim, chegámos ao cais para entrar no barco que nos levou a ver as diferentes espécies de baleias, algumas focas e golfinhos. A vontade de ver mamíferos é antiga e uma vez na Bahia, no Brasil, chegámos mesmo a tomar os comprimidos para o enjoo, depois de uma palestra detalhada sobre a baleia Jubarte, mas ficámos em terra devido às condições climatéricas. Uma enorme desilusão. Tentámos ainda uma manhã de visualização de golfinhos em Fernando Noronha, também no Brasil, mas não vimos nem um espécime, embora em todo o lado nos dissessem que íamos ver montes deles. Ainda não tivemos oportunidade de conhecer os Açores pelo que a ideia de ver algumas baleias em território canadiano deixou-nos num estado de alguma excitação.

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O senhor que nos conduziu tinha a particularidade de ser bastante entusiasta e com um profissionalismo de fazer inveja conseguia avançar, com alguma antecedência, que não se restringia apenas ao lugar dos pássaros no ar, o que normalmente anuncia a localização das baleias, o sítio específico onde os mamíferos surgiam. Num discurso que oscilava entre a língua francesa e a inglesa lá ia debitando a localização dos animais a partir dos ponteiros do relógio: “às três horas baleia branca”… foi um dia fascinante.
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UM QUARTO COM VISTA SOBRE O RIO LAWRENCE
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A pedido dos leitores mais assíduos aqui deixo mais um registo da viagem ao Canadá. De Montreal seguimos directos até Tadoussac, berço da Nova França. Debaixo de um temporal, o único dia em que o tempo nos atraiçoou um bocado, percorremos a distância que separa Montreal de Tadoussac em aproximadamente 5 horas. Partimos por volta do meio-dia e chegámos ao final da tarde sem lugar marcado para essa noite. Tínhamos uma reserva não confirmada que logo se revelou inexistente, de forma que fomos parar ao turismo à espera de encontrar algum sítio ainda disponível para passarmos a noite. Aqui, fomos surpreendidos por um acolhimento simpático e profissional que nos disponibilizou alguns lugares ainda disponíveis para pernoitar. Logo começa a aventura, tínhamos duas hipóteses, um quarto sem televisão ou “uma experiência” (sic.). Ora, dado que a senhora, que antes tinha afirmado não poder tecer comentários sobre os sítios disponíveis, se entusiasmou bastante com um lugar a que chamou uma “experiência” não hesitámos em telefonar a reservar este alojamento. Qual não foi o nosso espanto quando lá chegámos. Em primeiro lugar, não éramos os únicos que ali íamos ver o mesmo retiro. Depois, é indescritível o que nos apresentaram como “experiência”, um quarto sem janelas que nos tinha sido vendido quase como uma varanda sobre os Fiordes…! Ou estaríamos nós a sonhar dado o adiantado da hora e o cansaço da viagem? A verdade é que aqueles almofadões farfalhudos e a cama cheia de peluches não nos seduziu minimamente e educadamente saímos em retirada. Penso que o Honda de aluguer novinho em folha era um lugar mais apetecível para dormir…

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Ainda fizemos mais uma tentativa para ficar a dormir em Tadoussac. Desta vez deparámos com uma descrição do tipo: “um quarto só para dormir muito asseado e competente”. Quando perguntei, despreocupadamente, se poderia espreitar o mesmo o senhor, muito solene, disse imediatamente que era impossível. Olhámos um para o outro e fugimos em retirada mais uma vez convencidos que aquela Vila pequena era bonita mas demasiado turística para as nossas aspirações. Famílias de lancheira em todo o lado, miúdos ranhosos aos saltos e turistas de mochila que ficavam por ali a preços elevados e sem condições. Não era para nós. Podíamos apanhar o barco para ver as baleias noutros pontos e infelizmente não tínhamos feito uma reserva três ou quatro anos antes no Hotel New Hamphire (1984), ou seja, o Hotel de Tadoussac, o mais bonito da região. Em Tadoussac a única saída airosa é pagar uma fortuna e ficar aí alojado ou então experimentar o Hotel Restaurant Georges, onde começámos por fazer a reserva mas que estava esgotado há três meses, segundo nos disseram na recepção. Nesta fase já tínhamos percebido a oscilação constante de preços no Québec, até aqui a única zona que conhecíamos no Canadá. Esta oscilação, tanto se verifica em matéria de alojamento, como no aluguer de carros mas também na aquisição de bilhetes de comboio. O mesmo quarto pode, por exemplo, custar três vezes mais de acordo com a procura (aconteceu-nos em Montreal e foi aí que descobrimos as vantagens da marcação on-line). O preço do aluguer de um carro depende do vendedor, do dia e da disponibilidade de viaturas. Os bilhetes de comboio têm normalmente 30% de desconto, isto com uma antecedência de três dias, mas se no dia pretendido o comboio estiver cheio nada feito!

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Contentes, apesar de tudo, principalmente por não termos sucumbido à doença do turista desesperado, pegámos no carro e passámos de Ferry para o outro lado dispostos a dormir num Motel com vista sobre o Saint Lawrence River. Depois de várias tentativas lá arranjámos uma varanda com vista e entusiasmados, mas exaustos, caímos na cama na expectativa de ver baleias no dia seguinte.
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008
MONTREAL, ICONOGRAFIAS_GRAFFITI
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