Domingo, 31 de Janeiro de 2010
ROGER FEDERER GANHOU!
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Levantei-me dois dias às 8h30 da manhã para ver a semi-final e a final do Australian Open, ou seja, para ver Roger Federer ganhar com estilo, delicadeza e muito profissionalismo mais um Grand Slam. No estádio cabriolet, pude ver Roger, “o mecanismo de alta precisão suíça”, como os comentadores lhe chamaram, ganhar, na sexta-feira passada, ao francês, Jo-Wilfried Tsonga e, hoje, ao escocês Andy Murray. Duas manhãs de grande ténis que ficaram ambas resolvidas em três partidas. Foi um prazer! Roger Federer voltou a mostrar um desempenho excelente.


“UP IN THE AIR” UMA COMÉDIA ESPECULATIVA
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Up in the Air (2009) é uma comédia divertida que vem provar o talento de Jason Reitman para um género simultaneamente acutilante e descontraído. O seu estilo surge, nesta obra, reforçado ao debater mais um assunto polémico da actualidade. No caso concreto deste filme, aborda-se o despedimento de trabalhadores e a contratação de especialistas que trazem as más notícias àqueles que vêem de um dia para o outro o seu emprego em causa. Já em Juno (aqui referido) a questão tratada era o problema da gravidez na adolescência e, em Obrigado por Fumar (também aqui referido), o confronto proposto remetia-nos para a paranóia em relação ao tabaco. Up in the Air junta e mistura várias questões numa reflexão critica em relação às opções de vida mais originais. Ryan Bingham (George Clooney) escolheu o movimento como forma de vida e passa os seus dias em aviões a andar de um lado para o outro, parar para ele é morrer. Sem qualquer moralismo, advoga-se um estilo de vida pelo qual se optou mas fica sempre a dúvida se terá sido uma opção ou uma adaptação. Impossível discernir, tanto no filme como na vida real, o que é fruto do livre arbítrio ou de adaptações autopoiéticas. A verdade é que o protagonista do filme parece satisfeito com a sua escolha e é apenas quando corre o risco de perder o seu estilo de vida que vacila em relação a todas as outras opções, i. e., prender-se, atracar-se, fechar-se, ficar amarrado a uma relação. Neste aspecto, o final desta obra é surpreendente mas também algo inconsistente mas não quero revelar pormenores.

Os momentos mais hilariantes deste filme são frescos e bastante divertidos, a conversa sobre o que as mulheres querem em diferentes alturas da vida, entre os três protagonistas do filme, é deliciosa. Apreciei bastante o conflito de gerações, as convicções de uma “miúda” de vinte e poucos anos confrontadas com o cinismo de um homem e de uma mulher já nos seus quarentas. A possibilidade de não se desejar seguir um caminho igual aos mais comuns e, acima de tudo, a ideia de que o respeito se vai perdendo na impessoalidade das relações mediadas por máquinas, sejam mensagens sms, vídeo-conferências ou e-mails. Uma comédia especulativa sobre as relações humanas numa época complexa.

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UMA HISTÓRIA DE AMOR ROMÂNTICO FEITA DE LETRAS E BORDADOS
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O último filme de Jane Campion, Bright Star (2009), sobre três anos da vida do poeta John Keats, é algo desapontante embora se veja bastante bem. Fora o guarda-roupa que é soberbo, ou não fosse o próprio filme uma ode às rendas e aos bordados e ao papel que estes tinham na educação estética feminina da época, o desenrolar da história de amor entre Keats e Fanny Brawne (Abbie Cornish) é de um romantismo que roça a lamechice. Jane Campion sublinha, como sempre, a dificuldade da mulher afirmar o seu interesse estético, sempre depreciado e ridicularizado pelo universo masculino. Os bordados e a moda surgem como actividades fúteis e só o exercício de interpretação poética pode levar Fanny a conquistar e desafiar os senhores que a rodeiam, neste caso, Keats e Brown, que passam o dia à procura de inspiração. A forma como se acentua a importância de Fanny na obra de Keats é talvez o lado mais interessante deste filme pois sugere uma reflexão sobre a forma como os homens sempre minimizaram aspectos do universo feminino que não compreendem. O talento de Fanny desafia Brown e depois Keats.

Há, na obra de Campion, situações deliciosas, nomeadamente o passeio em que os dois amantes se divertem a fazer mímica para ocultar, à irmã mais nova de Fanny, os beijos e as carícias que trocam. Há momentos de uma doçura assinalável que a própria caracterização, que acentua, sem dúvida, a contemporaneidade dos cortes de cabelo, penteados e vestidos, realça. Os jantares familiares, as cenas de brincadeira no campo, um conjunto de encontros e desencontros fazem deste filme um documentário biográfico sobre os infortúnios de Keats: a necessidade de viver da caridade alheia, a falta de dinheiro para casar com a amada, a doença e morte do irmão e, finalmente, a sua própria doença e morte. Um enredo dramático que nos conta a história do poeta do século XIX, que morreu com apenas 25 anos de idade, de uma perspectiva intimista. A presença do benfeitor de Keats, Charles Armitage Brown, representado por Paul Schneider, é tão irritante que não dá para acreditar como é que é possível representar-se tão mal. Uma obra para ver em DVD.

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NUMA ESTRADA PARA LADO NENHUM…
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Para fechar o cinzento mês de Janeiro nada como uma pequena ronda pelas estreias cinematográficas. A semana passada fui ver o tão esperado filme The Road (John Hillcoat, 2009) e a experiência valeu a pena embora seja imprescindível ler o livro de Cormac McCarthy primeiro. O filme funciona quase como uma ilustração “viva” da narrativa do livro e o cenário apocalíptico completa, de forma expressiva, as sensações duras do enredo que nos atira para um dia-a-dia de sobrevivência no qual um pai tenta, por todos os meios, prolongar a vida do filho. Uma caminhada sem fim para chegar ao sul sem sequer saber o que por lá se pode encontrar. A tonalidade acastanhada e sépia da imagem cinematográfica, misturada com um grão cinzento constante, levam-nos a sentir uma angústia permanente. As cinzas sufocam o espectador e o desconforto é total. No cenário actual, que nos remete para a tragédia do Haiti, este drama ainda é mais complicado de engolir. Qualquer analepse, onde vemos a bela Charlize Theron, no papel da mãe do rapaz, feliz num ambiente confortável e “normal”, pré catástrofe, com Viggo Mortensen, pai do miúdo, nos deixa absolutamente desconfortáveis, com um nó na garganta. Aquela realidade é demasiado cruel e o espectador não pode deixar de sentir uma propensão para optar por seguir os sensatos passos da figura feminina. No final, acho que só se consegue suspirar de tristeza. O filme, tal como antes o livro, leva-nos ao inferno. Curiosa é a cena na cascata onde o rapaz não pode acompanhar a nudez do pai, talvez devido à moral vigente, o que ainda causa maior perplexidade pois são os calções (cuecas) cozidos, para não lhe caírem pelas pernas, que nos recordam que estamos no inferno. A descoberta do abrigo, o banho com shampoo e a primeira coca-cola são momentos emocionalmente difíceis. Uma semana depois de ter visto o filme ainda sinto que reviver a história do livro, através das imagens, deixa qualquer um num estado no qual temos que respirar fundo para suportar o incómodo de pensar naquela situação.

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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
DEZ LIVROS QUE… NÃO… MUDARAM A MINHA VIDA (ATÉ HOJE!)
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Em resposta ao repto do blogue Machina Speculatrix de Porfírio Silva aqui ficam os dez livros que não mudaram a minha vida. É caso para se dizer “mais vale tarde que nunca” e o “prometido é devido”.

01. Pereira, Aníbal Silva (2010). Artes Digitais em Portugal, uma década. Editora Artes Numéricas, Edições da Câmara Municipal de Sintra.

02. Jesus, Condessa Santos (2009). Os Desastres da (Des)responsabilização Nacional, Editora Planeamento Crítico e Reflexivo, Santa Casa de Lisboa.

03. Hergé, Hermenegildo da Cunha (2002). Contos do Caranguejo Destemido, Explicação Sucinta dos Descobrimentos Portugueses Abordando a Teoria da Complexidade e do Caos, Editora Crónicas da Minha Terra, Lisboa e Porto.

04. Do Cadaval, Justina Cristóvão (2005). A Cultura do Design em Portugal. Livro Comemorativo dos Trinta Anos da Revista Ambiente & Design, Centro Português de Design, Lisboa.

05. Proença, Gabriela Marques (2004). Cem Anos de Feminismo Luso, Publicações Universitárias Ibéricas, Badajoz e Elvas.

06. Garrett, Garcia Matos (2006). As Viagens à Volta do Meu Umbigo, Derivas a Partir de Software Inteligente Produzido no Contexto da Identidade Lusitana, Editora Clássicos Recriados, Lisboa.

07. Dias, Adriana Mata (2008). O País do Fantástico, dos Bibelots e dos Diminutivos, recensão crítica sobre o programa “Querido Mudei a Casa” do canal de televisão Sic Mulher, publicação de tese de mestrado defendida na Universidade do Conhecimento, Editora Esperança Portugal, Lisboa & Amadora.

08. Justino, Artur Castro (2007). Engenheiros do Tempo Perdido, Desconstruir a Função Pública Nacional no Contexto das PMEs. Editora Ideias e Negócios Industriais, Aveiro.

09. Assunção, Filomena Andrade de (2006). Sinergias Nacionais, Enquadramento da Filosofia Quântica na Obra de Amadeo de Souza Cardoso e Mário de Sá Carneiro, Editora Universitária, textos de Arte e Comunicação, Guimarães.

10. Amaral, José Frutado (2003). Reflexos Combinados, Emoções e Queixumes no Âmbito das Novas Profissões Associadas às TIC, Instituto de Cientologia Física, Coimbra.

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IPA NUMA MANHÃ DE SÁBADO
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No passado dia 16 de Janeiro, Sábado de manhã, fiz, a convite de António Sousa Dias, uma apresentação do meu trabalho aos alunos da Licenciatura em Produção Multimédia Interactiva do IPA (Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos). Esta apresentação teve aproximadamente uma hora e partia do tema “Interacções/Transconceptualidades” enquadrando-se na disciplina de Estudos de Espaço, Tempo e Movimento. Da mesma jornada fazia parte uma intervenção do cineasta/escritor/professor António de Macedo que introduziu as categorias clássicas de divisão das artes, i. e., artes do espaço (arquitectura) versus artes do tempo (música) e assim se salientou a importância de considerar o cinema mas também as artes plásticas como artes simultaneamente do espaço e do tempo. Considerou-se ainda que as antigas distinções são impossíveis de manter nos dias que correm pois não dão conta de aspectos transversais entre os diferentes media. Neste contexto, sugeriu-se que o cinema nos remete para a nossa época mesmo quando retrata outros períodos históricos. As roupas de um filme sobre os anos trinta do século passado, quando filmadas nos tempos actuais, dizem-nos tanto sobre a época passada como afirmam inúmeras coisas sobre o tempo presente. As estratégias do realismo cénico foram inquiridas e o realizador português mostrou a sua obra Almada Negreiros, Vivo Hoje, de 1969. Com um sentido crítico apurado a comunicação de António de Macedo foi bastante inspiradora, nomeadamente na forma como alertou os alunos para as práticas nacionais de ocultação daqueles que se destacam, numa tentativa de os tornar invisíveis. Assim, segundo Macedo, quando alguém faz uma coisa bem feita em Portugal não é normal que outra pessoa tente superar esse feito competindo mas é antes comum fingir que essa pessoa não existe. Quarenta anos depois da realização do filme sobre Almada Negreiros o estado-das-coisas no nosso país, sob esta perspectiva, é semelhante. Usando as expressões “para cá de Badajoz” e “para lá de Badajoz”, o cineasta português, assinalou a importância de sair do marasmo nacional para compreender as dinâmicas da criatividade e da arte.


Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
1170-165 LARGO DA GRAÇA LX_PEDEM-SE CONTRIBUIÇÕES PARA ESTE PROJECTO!
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Um grupo de alunos do seminário de mestrado Atelier de Artes Digitais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, que estou a leccionar durante o primeiro semestre do ano lectivo 2009/10, está a realizar um trabalho sobre o largo da Graça e, neste sentido, peço contributos e participações (textos, fotos, piadas, experiências, ou outras coisas que queiram enviar). O intuito do projecto, que dá pelo nome de código 1170-165 Largo da Graça LX, é gerar algumas ideias que sirvam para dinamizar o bairro da Graça e estão já alguns stickers colados nas paredes e postes de electricidade locais a apelar à participação. A chuva persistente dos últimos dois meses não tem contribuído para dinamizar o espaço virtual e/ou real e já no término do atelier é urgente ajudá-los. Podem encontrar o endereço do fórum aqui e o blogue aqui. Peguem nas máquinas fotográficas ou vão passear para aqueles lados e digam o que pode melhorar, o que sentiram, aconselhem lugares ou contem histórias. Um projecto com realização de António Freire, Cláudia Teixeira, Marta Rêgo e Pedro Fortunato. Por favor participem nesta experiência urbana, qualquer contributo, nos dias de sol que aí vêm, é bem-vindo!

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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
“HUNGER”, VISCERAL E ESCATOLÓGICO

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O início de Hunger de Steve McQueen, 2008, é totalmente inquietante. Da minha parte não deixei de ver o filme, logo nas primeiras cenas por um triz, mas a verdade é que a experiência, que no início é abjecta e sugere alguns vómitos, se revela difícil de esquecer no final. Dos vermes à luta política passando por um diálogo bastante curioso entre prisioneiro e padre. Penso que esta obra nos seus pormenores escatológicos e viscerais só podia sair das mãos de um artista plástico. Recordou-me as instalações e o cinema de Peter Greenway, outro realizador que, à semelhança de Steve McQueen, afirma o seu apreço pela Nouvelle Vague. Há em Hunger uma enorme plasticidade. Uma plasticidade visível em cada pústula da pele do condenado suicida, em cada reentrância da parede pintada com fezes, na pena leve, agora pesada, em contraste com o corpo do prisioneiro que vai desaparecendo devido à greve da fome. O filme passa-se numa prisão na Irlanda do norte, onde vários prisioneiros do IRA reivindicam estatuto político, e conta o triste destino de Robert Gerard Sands (Bobby Sands) que morreu com vinte e sete anos depois de sessenta e seis dias em greve da fome. Os dias na prisão são recheados por uma luta constante com os agentes policiais e a guerra dos prisioneiros vai-se revelando através do aspecto imundo das celas, da morte de alguns polícias no exterior da prisão e, nas cenas mais nojentas, pelo mijo jorrado pelos corredores e pelas mantas, a servir de roupas, cheias de vermes. Os presos são cabeludos e usam os seus dejectos para lutar contra a autoridade que lhes não reconhece o estatuto político. Os polícias estão asseados, atiram detergente aos corredores imundos da prisão e limpam à mangueirada o ambiente, quando não batem nos prisioneiros à matraca. Cada grupo joga o seu papel. Vários dias depois ainda sinto a espinha arrepiada ao ver as imagens do filme.
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“MAD MEN”_UMA SUBTIL NUVEM DE FUMO
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Descobri recentemente a primeira temporada de Mad Men (Matthew Weiner, 2007) depois de ter visto, por acaso, um episódio na RT2. A série passa-se nos anos sessenta numa agência de publicidade de Madison Avenue e remete-nos para a personagem de um atormentado director criativo, Don Draper. O ambiente da série é estranhíssimo. O guarda-roupa e os penteados de época transportam-nos para um mundo onde as personagens fumam cigarros uns a seguir aos outros. Neste universo “fora de tempo” donas de casa entediadas misturam-se com hilariantes visitas ao ginecologista onde o médico, enquanto receita um anticoncepcional, prega um sermão beato à paciente. Farras e orgias recheadas de ostras e cocktails cheios de estilo. Um mundo estranho repleto de personagens que mantêm diálogos desconcertantes e agem de forma bizarra. Tudo coisas que perdemos o hábito de ver na televisão, passadas, remoídas, estranhas… um monte de objectos exóticos: copos de diferentes formatos, projectores de slides transformados em carrosséis, cigarros persistentes, carros antigos, coloridos, que se juntam a um conjunto alargado de conceitos que estando tão “fora de moda” se colam tão bem à realidade actual, cinquenta anos depois. O papel retrógrado da mulher na sociedade, na cultura e no trabalho, o racismo latente, o poder de “homens sem qualidade” nenhuma, a “treta” do negócio e a criação de necessidades fictícias. Vemos, na série, o despoletar da vida nos subúrbios e como esta contrasta com o universo do centro de Nova Iorque.

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A primeira temporada de Mad Men é absolutamente fascinante e dizem-me que as seguintes ainda são melhores. O argumento é de uma subtileza de assinalar com algumas ligações imprevisíveis. A título de exemplo saliento o episódio do vagabundo e a tentativa de recrutamento de Don Draper, por uma agência concorrente que por meios menos lícitos, através da utilização da mulher deste como “isco”, tenta convencer o protagonista a mudar de emprego. Uma ligação que sugere uma mensagem implícita, i. e., há homens com poder e pouco honestos em todo o lado, tanto no campo como na cidade. Este fim-de-semana vou poder começar a segunda época o que me deixa muito contente. Tanta coisa por descobrir e revisitar. Betty Draper é uma personagem misteriosa que contrasta com a irreverente Joan Holloway. Deliro com as estratégias corrompidas de Don Draper e Roger Sterling. Acho a Peggy Olson e o Pete Campbell tão disfuncionais que ainda não percebi onde os devo “encaixar”. Há momentos difíceis de catalogar, nomeadamente a oferta da madeixa de cabelo de Betty, o "desaparecimento" do bolo encomendado da festa de anos da filha dos Draper. Um emaranhado de situações caseiras, políticas (a disputa eleitoral entre Kennedy e Nixon como pano de fundo) e sociais. Fabulosa primeira temporada!


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