Terça-feira, 30 de Outubro de 2007
A ESTRANHA EM MIM, 2007
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A estranha em mim (The brave one, Neil Jorgan, 2007). Alguém viu este filme? Gostava desta vez, para variar, ouvir alguns comentários... assim talvez vos diga o que eu achei e senti depois dos vossos comentários... um desafio mouseland!

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16 comentários:
De nzagalo a 4 de Novembro de 2007 às 22:48
Pois, mas ainda não vi o filme. O filme tem muitos elementos apelativos, assim que o tiver visto deixo aqui a minha impressão.


De fada*do*lar a 5 de Novembro de 2007 às 02:53
Hum... desta vez comento. Não resisto a um desafio.

Eeeerr... Não vi! :roll:


De mouseland a 5 de Novembro de 2007 às 13:24
:roll::shock: Opá assim não vale... quando tiverem visto venham cá, por favor! xxx mouse


De rafgouv a 5 de Novembro de 2007 às 14:17
Um autêntico grito de alerta sobre o perigo de passear à noite num parque com um ipod, obra belissima, potente denúncia sobre os gangs de traficantes de ipods que poluem as nossas megalópoles, não hesitando em assassinar respeitáveis cidadãos para obterem uma simples mas cobiçadissima limited edition verde alface do fétiche da Apple.
Diria mesmo que se trata de uma versão melhorada de Taxi Driver, com uma locutora e DJ no papel do taxista. Um filme de uma inteligência extremamente rebuscada, como prova a inclusão de um polícia maricas que nos sensibiliza sobre os perigos da justiça por mãos próprias e pelo perigo aditivo que tal representa (apesar de extremamente útil, matar xungas é viciante!!!). Mas o melhor é que o filme não dá lições a ninguém e no fim cada qual pode decidir se vale mais a pena ir comprar uma pressão de ar para dispersar os gangs de ladrões de ténis nike e de ipods ou se não será melhor comprar directamente uma kalachnikov na net... a não ser que os mais molengas prefiram a dialéctica ambígua que serve de álibi ao tal polícia gay, à Jodie e ao próprio filme.
Desde Demi Moore em GI Jane que Hollywood não tinha mostrado uma fêmea tão bem tomatada.
Cinco estrelas!


De mouseland a 5 de Novembro de 2007 às 19:43
:mrgreen::mrgreen::mrgreen: Eu por mim ela é mais um batman no feminino, bipolar ou bissexual, sem género. Dividida entre duas realidades depois da situação de trauma: no Batman a morte dos pais, aqui a morte do amante. A Jodie Foster super heroína é demais e o guarda-roupa desta vigilante da noite, do tipo geração ipod, está do melhor. Aquele capuz ou o casaco de ganga misturado com os all star (eram mesmo all star?), o cabelo em farripas e a mala estrategicamente cruzada, tudo perfeito, principalmente nas filmagens de costas.

Mas o filme atiçou-me a epiderme: quem posso eu começar por eliminar para apaziguar a minha raiva neste momento de espera que já conta com seis meses e pode ir para oito na melhor das hipóteses? xxx mouse


De rafgouv a 6 de Novembro de 2007 às 09:40
:mrgreen: O Batman tem muito mais que fazer do que andar a executar ladrões de ipod!!! Neste filme os únicos super-heróis são as armas de fogo!


De Urso a 6 de Novembro de 2007 às 10:31
Concordo com a aproximação ao Batman. Se bem que a raiva e o medo são os elementos que a movem. Enquanto o Bruce Wayne terá mais a Vingança e a protecção. Tudo resultado de traumas, mas com resultados diferentes.
Alguém gostou realmente do aspecto bissexual e masculino da jodie no filme? Ela parecia muito mais um pequeno rapaz gay e não uma mulher forte.


De Justiceiro da Noite a 6 de Novembro de 2007 às 13:30
Urso,
200% de acordo. Uma mulher forte é "forte" (ou mesmo gordalhufa se quisermos dexarmo-nos de elegâncias), e em vez de andar com guns anda sempre com o rolo da massa. A Jodie também me fez lembrar um rapazinho gay bem franzino e cheio de miúfa como todos os gays, devido aos traumas da infância que têm. Aliás justifica-se perfeitamente a comparação com o Batman pois há quem diga que a amizade entre Bruce Wayne e Robin (rouxinol) leva por assim dizer água no bico. Só a escala é que não é a mesma porque enquanto o Batman luta com Presidentes e Milionários poderosos, a Jodie anda a caçar raquíticas ratazanas suburbanas. Mas isso não tem, claro está, a mínima importância, nem no filme, nem na mitologia e ainda menos na vida real. Como diria o meu copincha Charles Bronson, que sempre combateu todas as descriminações, um bandido levado da breca é sempre um bandido levado da breca e a única solução é arrasar o malandral.
:twisted::twisted::twisted::twisted::evil::evil::evil::evil:


De mouseland a 6 de Novembro de 2007 às 15:11
:mrgreen::mrgreen::mrgreen: Imprevisíveis estes comentários. Estou a adorar pois já percebi que há aqui muitos admiradores do Neil Jordan. "The Crying Game", "Mona Lisa" ou "Breakfast on Pluto" são filmes que não esquecerei facilmente. Mas ando aqui à volta com uma memória, como se chama o filme que envolve um homem da rádio assassino? Há muitos vigilantes nocturnos mas há um filme dos anos setenta (talvez) em que existe especificamente uma enorme cumplicidade ou entre o locutor de rádio e o criminoso ou em que este é também o assassino?!? Falta-me encaixar as peças… um encapuçado que mata sem-abrigo à noite?!? Help!

Quanto ao facto da Jodie Foster parecer um rapazinho (tipo capuchinho vermelho, lingrinhas e à beira de um ataque de raiva) concordo e há outra coisa que achei interessante e que se relaciona com a exposição das rugas, sem make up para ocultar a idade. xxx mouse


De rafgouv a 7 de Novembro de 2007 às 11:29
:mrgreen: Quanto ao capuchinho vermelho ser um "rapazinho"... e o lobo uma loba!???


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