Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008
JOGA OUTRA VEZ, GAME OVER! (POR AGORA ;-)))
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Vou então concentrar-me a tentar reproduzir, para aqueles que não conseguiram comparecer no dia 15 de Janeiro de 2008 à apresentação da dissertação de doutoramento da mouse, Joga outra vez, um conjunto de objectos que nos contam histórias inteligentes, o que por lá se passou. Não é fácil distanciar-me, hehehe, mas vou ensaiar uma perspectiva god view!

A candidata ao título de doutora (mouse) em Ciências da Comunicação, audiovisual e media interactivos entrou na sala vestida de cinzento (cor de rato, claro!) e com alguns sinais evidentes de nervosismo (tremuras?). Era notória a falta de comida no estômago (terá emagrecido com a pressão do acontecimento?) e a constante utilização das garrafas de água do Luso (três na secretária). Muita água foi consumida naquelas horas. A sessão começou às 14 horas e alguns minutos e a arguência principal estava a cargo do Professor Doutor António Câmara, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e do Prof. Doutor Manuel José Damásio, Universidade Lusófona de Lisboa. Seguiu-se a intervenção do Professor Doutor Henrique Garcia Pereira do Instituto Superior Técnico. Depois foi a vez dos Profs. da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Prof. Doutor José Augusto Mourão e Prof. Doutor Jorge Rosa.

Segundo fonte próxima do blogue mouselândia a ausência do Prof. Doutor José Bragança de Miranda foi justificada por uma violenta gripe que levou o arguente a faltar por motivos de doença. Pensa-se, asseguraram-nos alguns familiares da mouse, que a mesma deve ter ficado bastante triste com esta impossibilidade de comparência de um dos seus mestres de eleição. Mas as temperaturas esquizofrénicas deste Inverno chuvoso pregam partidas destas!

Tudo começou com a apresentação do Júri a cargo do representante do reitor da Universidade Nova de Lisboa e director do conselho científico da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Professor Doutor António Marques. A candidata leu um texto de aproximadamente 12 minutos, uma breve reflexão e descrição dos vários capítulos da tese, um enquadramento dos quatro anos de investigação subsidiados (três anos e meio) pela FCT, Fundação para a Ciência e Tecnologia.

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Teve então início a intervenção do Professor Doutor António Câmara, Prémio Pessoa 2006, de uma simpatia e clareza assinaláveis, deu os parabéns à mouse e sugeriu a tentativa de publicação da tese numa das melhores editoras do mundo bem como lhe fez o convite público para ingressar no programa de Austin. A dissertação foi considerada como um documento ambicioso na sua amplitude temática e foi salientada pela originalidade. O Professor Doutor António Câmara deixou inúmeras sugestões de trabalho futuro nomeadamente a maior concentração na procura de informação por osmose, ou seja, no seio da indústria e dos laboratórios dos grandes centros de produção tecnológica. Depois dos cumprimentos, que deixaram evidentemente a candidata emocionada, o director da empresa Ydreams teceu algumas considerações críticas sobre a importância da localização geográfica nos novos dispositivos lúdicos (jogos de corridas de carros e outros) e a intersecção dos ambientes jogáveis com a televisão digital. O Professor Doutor António Câmara assinalou ainda a importância de ter em consideração o custo da produção dos títulos actuais assim como o valor das licenças no desenvolvimento de jogos digitais. Alertando, neste contexto, para a possibilidade dos jogos independentes servirem como contra poder às pobres narrativas dos jogos da actualidade. Numa crítica construtiva à tese ali apresentada foram ainda apontados alguns nomes incontornáveis ausentes da redacção desta como pistas a investigar: Jay Wright Forrester (sistemas dinâmicos), Warren Robinett (criador do jogo Adventure), entre muitos outros.

Uma fonte anónima assegurou-nos que a mouse nunca tinha estado presencialmente com o Professor Doutor António Câmara e que tinha uma enorme curiosidade em conhecê-lo. Sobre as respostas da candidata o público que esteve presente na apresentação pode opinar aqui no blogue pois o discernimento na terceira pessoa depois de tanto envolvimento é perigoso, hehehe.

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De seguida teve lugar a arguência do Prof. Doutor Manuel José Damásio, que teceu comentários positivos ao conteúdo abrangente e arranjo gráfico da tese e que fez uma leitura crítica da mesma ancorada nos complexos cruzamentos entre marketing, tecnologia e design. Questões curiosas sobre a distinção entre experiência sentida e experiência vivida foram ali apontadas no sentido de explicitar o mecanismo da simulação como interface entre o dispositivo lúdico e o jogador. O papel das comunidades e das sub culturas como detentoras de novos enquadramentos na cadeia de produção digital e a ênfase no contexto industrial foram salientados pedindo à candidata que esclarecesse a dinâmica dos “actos de design” na jogabilidade lúdica. O efeito dos media foi questionado considerando-se, em sintonia com o pensamento da candidata, que uma discussão à volta desta problemática é hoje estéril (cf. Damásio, “Estratégias de Uso e Consumo dos Novos Media”, pp. 185-93). O efeito cinemático, presente no cinema mas também nos jogos digitais, como efeito dramático colocou a tónica numa discussão sobre o entretenimento popular como uma forma de superar a questão enunciada na tese: “se os jogos são arte que tipo de arte são?”. Foram enunciadas algumas possibilidades; “se a tese não abordaria afinal os sistemas de entretenimento”, “porque se considerava que as narrativas lineares contribuíam para a compreensão da história?”

Uma amiga de infância da mouse, presente na sala, garantiu-nos que esta tinha achado a arguência do Prof. Doutor Manuel José Damásio estimulante e que ficou a pensar no assunto, uma vez que as diferentes terminologias são, por vezes, difíceis de descodificar imediatamente. Pensamos que a candidata vai reflectir bastante sobre a adopção da ideia de “sistemas de entretenimento”.

A terceira intervenção esteve a cargo do Professor Doutor Henrique Garcia Pereira que elogiou a tese pelos riscos inerentes à interdisciplinaridade e pela ambição. Assim, a candidata foi questionada na área da matemática e da aplicação da teoria dos jogos no âmbito do projecto da dissertação. Com uma sabedoria evidente o Professor Doutor Henrique Garcia Pereira explorou algumas ligações entre A Poética de Aristóteles, uma genealogia do virtual e a implicação da adopção da terminologia de Marshall McLuhan (a extensão como amputação) no contexto dos media interactivos. O ensaísta explicitou ainda a importância do pensamento transdisciplinar e pediu à candidata que explicasse a aplicação do “jogo-de-soma-zero” no âmbito dos ambientes imersivos que propõe. Neste contexto, foi salientada a teoria de jogos como um ramo proeminente da matemática nos anos 30 do século XX, especialmente depois da publicação em 1944 do livro The Theory of Games and Economic Behavior de John von Neumann e Oskar Morgenstern.

Um conceito importante na teoria de jogos é o jogo-de-soma-zero no qual por cada ganho de cada jogador o outro sofre uma perda igual sendo que no final do jogo cada pontuação ganha por um jogador é equivalente à mesma pontuação perdida pelo oponente (Salen & Zimmerman, 2005: 240-42; 255). Ao contrário do jogo-de-soma-zero o dilema do prisioneiro é um “jogo simples para duas pessoas que foi estudado extensivamente na teoria de jogos, na economia e na ciência política e pode ser visto como um modelo idealizado de fenómenos do mundo real como lutas de exércitos” (Mitchell & Forrest, 2000: 279).

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A mouse ficou visivelmente satisfeita com esta questão pois segundo afirmou é uma área que está actualmente a desenvolver numa instalação/jogo para apresentar brevemente em Madrid sobre “o dilema do prisioneiro”. Esta instalação está a ser desenvolvida em parceria com Ivan Valadares (o co-autor da obra estava na sala a assistir à apresentação). Segundo a candidata ambas as estratégias (jogo-de-soma-zero e dilema do prisioneiro) podem ser usadas para estimular respectivamente a competição e a cooperação nas plataformas digitais.

Uma familiar da candidata confidenciou-nos que a mouse tem um admiração enorme pelo Professor Doutor Henrique Garcia Pereira e que leu todos os seus livros: Arte Recombinatória, Apologia do hipertexto na deriva do texto, A matéria de que são feitos os sonhos e Man + Robots, Symbiotic Art (com Leonel Moura).

A apresentação prosseguiu com a intervenção do Prof. Doutor José Augusto Mourão que, pelo que apurámos, foi professor da mouse na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e que a orientou num seminário que leccionou na área do hipertexto e da hiperficção. Neste contexto, esta exposição centrou-se no segundo capítulo da segunda parte da tese que aborda a área da narrativa. Assim, a mouse foi questionada sobre algumas evidências e superficialidades da literatura sobre jogos digitais no que respeita à interpretação que fazem do papel do leito/jogador. Uma crítica à utilização rápida na dissertação de conceitos como “fluxo”, “vida”, “liberdade” e à utilização de metáforas que são tratadas desde o século XIII. As intersecções entre o jogo e a leitura da história foram abordadas confrontando as teorias do hipertexto com as teorias da ludologia. Foi defendido um sentido mais hipertextual onde se considera que não há histórias mas apenas leituras, num saltitar de lexia em lexia, em que o leitor dá sentido ao mundo com o qual é confrontado.

Esta exposição do Prof. Doutor José Augusto Mourão permitiu à mouse expor um pouco a sua visão sobre a aplicação das teorias nórdicas sobre ludologia aos jogos digitais. Desta forma foi possível apresentar uma crítica a esta escola enquadrando o seu pensamento no âmbito da narratologia americana, mais aberta e contaminada pela escola francesa. Assim, se defendeu um conceito amplo e aberto de narrativa na senda de uma narração como descrição, ou seja, pela forma como damos sentido ao mundo. O livro do Prof. Doutor José Augusto Mourão, Ficção Interactiva: Para uma Poética do Hipertexto (2001), é um bom “caminho” de pesquisa para quem quer explorar estas áreas.

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Seguiu-se a intervenção do Prof. Doutor Jorge Rosa que assentou na metáfora das camadas de cebola para explicitar e criticar a complexidade dos artefactos propostos. O autor do livro No reino da Ilusão, a experiência lúdica das novas tecnologias corrigiu algumas gralhas que encontrou na dissertação, nomeadamente a adopção da data de publicação do livro Homo ludens de Johan Huizinga. O livro foi escrito em holandês em 1938 (foi apontada a data de 36 pelo elemento do júri pelo que deixamos aqui à vossa investigação esta questão) mas traduzido posteriormente para inglês (1950-55 também não há grande consenso, parece-nos). Existe mais do que uma tradução e segundo artigos que tivemos ocasião de consultar na altura em que o Prof. Doutor Nelson Zagalo, no contexto de uma apresentação da mouse na Universidade de Aveiro, levantou esta mesma questão, uma delas era considerada fraca à data da morte de Huizinga em 1945. Pensamos que a candidata optou por usar a data de publicação da tradução inglesa. Mas dado o cansaço da sessão a mouse não avançou nada sobre este assunto na altura.

Finalmente, a Prof. Doutora Maria Teresa Cruz fez uma breve exposição do processo e método de trabalho de preparação da tese e por isso em nome da redacção da mouselândia gostávamos de voltar a assinalar a preciosa ajuda da orientadora, os conselhos, a constante leitura crítica e cuidada do trabalho que ali se apresentou. Por isso, em nome da equipa, lhe expressamos um grande respeito, admiração e sentida gratidão pois a própria mouse assim o demonstrou naquele dia, ou seja, que sem a orientadora estava “frita”. Agora é tempo de “jogarmos outra vez” que isto já vai longo! Querem saber o veredicto?

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17 comentários:
De rafgouv a 18 de Janeiro de 2008 às 10:27
:mrgreen::mrgreen::mrgreen:
Exposição de notável clareza!! Mais uma vez parabéns! Mas... essa de falar de si na 3a pessoa...???


De rport a 18 de Janeiro de 2008 às 13:18
Um grande bem haja à redacção da mouselândia por ter proporcionado aos ausentes (por motivos préviamente justificados ...) uma descrição tão exaustiva quanto sintética da grande tarde do dia D. Fica por saber o veredicto, como poderemos ter-lhe acesso?


De margarida a 18 de Janeiro de 2008 às 22:12
oi mouse! depois de ter tido a emoção de te ver enquanto super mouse Ph.D o que eu mais queria era ler a tua tese - mesmo antes das melhores editoras do mundo se degladiarem para a publicarem!! :lol: será que posso aceder a esse precioso doc.?:wink: xx daisy
PS: a descrição da defesa na perspectiva god view recordou-me uma frase do antonin artaud citada por deleuze e guattari no Anti-Édipo: «Eu, Antonin Artaud, sou o meu filho, o meu pai, a minha mãe e eu». :razz:


De mouseland a 19 de Janeiro de 2008 às 17:32
:mrgreen::mrgreen::mrgreen: Olá Rafgouv e Rport,

Têm ambos justificações mais do que fundamentadas para a ausência e, claro, eu é que fiquei cheia de pena que lá não estivessem, mas agora é fácil falar !! Pois antes não estava capaz de incentivar ninguém a ir, ufa!

:mrgreen::mrgreen::mrgreen: Margarida,

Adorei a citação, eu gosto de ensaiar personas, hihihihi. Quanto ao outro assunto vou enviar-te um e-mail, que tal um novo cafézinho aqui nas redondezas? Temos uns assuntos a tratar "pendentes" e já sem sobrecargas extra (tese, carro batido, hehehe, "pano para mangas"!!!). Que te parece?

xxx mouse


De André Carita a 19 de Janeiro de 2008 às 17:46
Parabéns Doutora Patrícia! :grin:
Que grande momento e que belo highscore!

Siga para a publicação na melhor editora internacional que eu cá estarei para a adquirir... com uma dedicatória obviamente! :)

xxx André Carita


De margarida a 19 de Janeiro de 2008 às 18:01
oi mouse, bela ideia:mrgreen:! deste domingo a oito dias regresso de londres e trarei um british tea verdadeiro:wink: para te oferecer se quiseres vir cá visitar-me!!
xx daisy


De mouseland a 19 de Janeiro de 2008 às 20:13
:mrgreen::mrgreen::mrgreen: Obrigada André! Highscore é lindo, hehehe. Prepara-te para o teu, hehehehe.

:razz::razz::razz: Combinado Daisy! xxx mouse


De Gonçalo a 21 de Janeiro de 2008 às 05:32
Tendo já dado os parabéns à doutoranda por outra via, gostaria agora de lhe pedir o obséquio de descrever em pormenor a "toilette" com que compareceu no evento (incluindo as marcas das várias peças de indumentária), pois dizer apenas que estava vestida de cinzento não me permite visualizar evidamente a situação.


De claire sinclair a 21 de Janeiro de 2008 às 21:03
Caro Gonçalo,

A Dra. Mouse pediu-me para lhe deixar aqui o retrato completo da indumentária na ocasião da prova académica. O meu nome é Claire Dupont, consultora em gestão de imagem para eventos académicos (qualquer coisa que precise nesta área não hesite em contactar-me).

A escolha do guarda-roupa da Dra. Mouse esteve à minha consideração e refere-se a uma consultoria em gestão de imagem que durou mais de três meses. Não sei se sabe, meu caro, mas a pobre Dra. esperou, esperou pela data da ocasião e assim as estações também foram mudando. Passámos do Outono (primeiro conjunto escolhido) para o Inverno (segunda alternativa seleccionada). Foi necessário proceder a inúmeros ajustes. O primeiro conjunto seleccionado consistia numa camisola em caxemira de gola alta branca com manga de folho (Steffi, a 69 Euros na Av. Guerra Junqueiro em Lisboa), misturada com pullover de algodão (Benett a 24 Euros no Saldanha Residence, felizmente foi possível tirar partido dos saldos) e casaco branco (Steffi, preço sob consulta). Penso que esta solução nunca agradou realmente à Dra. Mouse que sempre insistiu no cinzento pelo que foi necessário seleccionar outra indumentária. Seleccionou-se então uma camisola de fibra e algodão cinzento (Steffi, a 72 Euros na Av. Guerra Junqueiro em Lisboa), com camisa de gola sem botões (Benett a 22 Euros no Saldanha Residence), com uma saia de pregas cinzenta plissada à frente e atrás (Cacharel, no Freeport, preço sob consulta mas com desconto de outlet) e casaco azul apertado em quatro botões à frente e dois na parte traseira (Steffi, preço sob consulta). Os sapatos também tiveram que sofrer ajustes. Uma primeira hipótese foi um modelo de saldo alto preto clássico (Erva, preço sob consulta) mas logo deu lugar a uns sapatos mais juvenis apertados com fivela ao lado e saldo de cunha castanha (Camper, preço sob consulta). A Dra mouse achou o salto alto sem cunha um possível sinal de insegurança uma vez que parece que na série que segue na televisão isso foi referido.

A mala preta a tiracolo que carregava a dissertação e os apontamentos da Dra. Mouse era um modelo recente da marca Yuki, com interiores a vermelho (Yuki, preço sob consulta). Collants opacos cinzentos a condizer com a camisola (Calquitos, 6 Euros). O cabelo e a maquilhagem foram trabalhados pelos estúdios Casting e Compª.

Espero com esta descrição contribuir para divulgar os meus serviços amplamente elogiados na ocasião e posteriormente, subscrevo-me com elevada consideração,

Claire Dupont


(claire@frenshstyleacademic.fr)


De mouseland a 22 de Janeiro de 2008 às 00:08
:mrgreen::mrgreen::mrgreen:

Olá Gonçalo,

Bons ventos asiáticos te tragam aqui à participação na mouselândia!!! :smile::lol::wink: Fico satisfeita que a minha consultora tenha cumprido a palavra de te elucidar em matéria de traje académico :grin:. Penso que estava com um certo toque britishjapoca (daquilo que se pode apreciar em Hong Kong, hehehe), clássico misturado com juvenil :cool:. O trabalho da Claire foi insuperável pelos comentários que tive oportunidade de ouvir. xxx mouse


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