Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007
SBGAMES_BRASIL 2007_JOGOS DE COMPUTADOR E ENTRETENIMENTO DIGITAL
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O SBGames 2007, VI Brazilian Symposium On Computer Games And Digital Entertainment, é, de acordo com o site de divulgação deste acontecimento: “o evento mais importante de pesquisa e desenvolvimento na área de jogos de computador e entretenimento digital da América Latina, reunindo cientistas, artistas, designers, professores e estudantes de universidades, centros de pesquisa e da indústria de jogos. SBGames é o simpósio da Comissão Especial em Jogos e Entretenimento Digital da SBC (Sociedade Brasileira de Comutação), que também é apoiada pela RBV (Rede Brasileira de Tecnologia de Visualização). O simpósio começou em 2002 com o nome Wjogos, focado principalmente em computação, e desde então vem ocorrendo anualmente, aumentando seu escopo para incluir arte, design e questões da indústria. No seu formato actual, SBGames é composto de quatro trilhas (Computação; Arte & Design; Indústria; Jogos & Cultura); dois festivais (Festival de Jogos Independentes e Exibição de Arte) e tutoriais. A trilha, Jogos & Cultura foi introduzido nesta edição da conferência”.

Aqui fica o meu agradecimento muito especial à Lynn Alves por me ter convidado a fazer parte da comissão científica da trilha inaugurada nesta edição, Jogos & Cultura. Foi um prazer trabalhar com toda a equipa do SBGames 2007 e embora não possa estar presente na edição deste ano morro de inveja por não ir conhecer-vos presencialmente. “Break a leg” que eu estarei por aqui atenta a todas as notícias sobre o evento!




TED TALKS E O ATELIER DE ARTES DIGITAIS
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O ano lectivo já começou e o seminário/atelier de Artes Digitais na Universidade Nova de Lisboa também. Vinte e cinco alunos dos mestrados de Ciências da Comunicação, Novos Media e Práticas Web, Audiovisual e Cinema, entre outros, fazem parte do atelier. Um grupo muito diversificado e que conta com presenças das mais diversas áreas, entre as quais destaco: cinema e televisão, comunicação e artes, artes plásticas, jornalismo, psicologia, engenharia, publicidade, design gráfico, filosofia, multimédia, etc. O programa da disciplina estimula a realização de projectos em equipa e estão já formados quatro grupos de trabalho. Espero que tirem também partido deste blog para trabalhar durante o semestre. Bem-vindos!

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No contexto do atelier decidi chamar a atenção para as TED TALKS pois algumas das últimas inserções valem mesmo a pena ser vistas e foram apresentadas na primeira aula do seminário. Esta ressalva é especial para os alunos que não estiveram presentes na aula de apresentação. Assim, podem agora ver e ouvir on-line as considerações de John Maeda, Simplicity Patterns (Setembro, 2007), a performance de Golan Levin, The truly soft side of software (Fevereiro, 2004), e a apresentação do jogo Spore pelo seu próprio autor, Will Wright, na comunicação Toys that make Worlds (Julho 2007). Podem ainda perder uns minutos a ouvir os conselhos sobre inteligência, criatividade e educação de Sir Ken Robinson, Do Schools Kill Creativity (Junho, 2006). Por último, resta-me agradecer ao Nelson Zagalo por me ter chamado à atenção para os vídeos do John Maeda e do Sir Ken Robinson, muito úteis no contexto do atelier de Artes Digitais deste ano. O blog do Nelson, Virtual Illusion, é também um lugar para visitarem regularmente.


Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007
OS TUDORS_FICÇÕES HISTÓRICAS
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A semana passada esteve “no ar” na RTP 1 em versão condensada (dois ou três episódios diários seguidos que acabavam mais ou menos às duas horas da manhã) a série The Tudors (2007) sobre a vida do rei inglês, Henrique VIII. Apenas vi dois destes condensados (mais ou menos seis episódios) mas pude apreciar alguns aspectos interessantes da série, nomeadamente a transição da época cristã para a igreja anglicana, bem como a introdução de um estado parlamentar em detrimento do monárquico por via da intervenção de Thomas Cromwell. A saga, nesta primeira temporada, conta a história das aventuras e desventuras amorosas do rei inglês quando casado com Catarina de Aragão, sobrinha do rei Carlos V de Espanha (o imperador), e desejoso de conseguir o divórcio para se poder deleitar nos braços de Ana Bolena (Anne Boleyn). O rei é, quando a mim, bastante irritante (Jonathan Rhys Meyers) mas não consegui perceber se é porque o actor parece mesmo saído de um filme como a Missão Impossível III (onde por acaso entra), o que se torna pouco credível mas deve contribuir para as vendas da série, ou se apenas tenho de facto antipatia pela personagem histórica. Um mulherengo sem coração mas cheio de conquistas e poderio, hehehe.

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Na série Henrique VIII é apresentado como um louco inconsequente e desvairado, pinga amor, ingénuo e cruel mas cheio de glamour. Um giraço, desportivo e esquio sempre com um certo ar de preocupação. A série tem um guarda-roupa impressionante e curiosamente tive oportunidade de ver a forma imunda como é tratado o rei de Portugal na época da dinastia Tudor. A irmã mais velha de Henrique VIII, a princesa Margaret Tudor, na série, casa em Portugal com o rei (D. Manuel I?), um velho decrépito e nojento, de pés sujos. A corte portuguesa é apresentada como um antro de seres andrajosos, porcos e velhacos. Uma coisa impressionante! É claro que mediante este cenário a bela princesa Margaret Tudor só pode mesmo matar o marido na noite de núpcias e pirar-se com o amante. Coitadinha… já tinham ouvido falar numa princesa inglesa que assassina um rei português? Margaret Tudor casa mesmo com um rei português ou com um rei escocês? D. Manuel I casou com uma inglesa ou com três portuguesas? Mary Tudor, a irmã mais nova de Henrique VIII, é que casa com Charles Brandon, duque de Suffolk depois de ficar viúva de Luís XII..? Eu não sou grande historiadora mas agradecia que alguém me respondesse a estas questões com factos documentados… é que ali ficção e realidade parecem um pouco baralhadas. Como é comum no entretenimento da actualidade misturam-se inúmeras narrativas históricas em prol do efeito produzido no espectador mas há limites…


A EMPRESA / THE OFFICE
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Vi finalmente a primeira série The office da BBC (argumento de Ricky Gervais com Stephen Merchant, 2001/03) e a sua versão americana (adaptada à televisão por Greg Daniels, NBC 2005). Sei que a série já tem algum tempo mas nunca é tarde para falar de um pacote destes em DVD. Confesso que comecei pela versão americana o que talvez tenha retirado alguma surpresa ao original inglês que só posteriormente tive ocasião de ver. De qualquer forma é óbvia a superioridade do humor inglês nestes dois produtos embora o pacote americano também seja cómico. Não posso deixar de me rir do ar balofo e insuflado de David Brent (Ricky Gervais), das ideias espalhafatosas e tolas salpicadas por umas espantosas olheiras de Gareth Keenan (Mackenzie Crook), do aspecto “cãozinho” sem dono de Tim Canterbury (Martin Freeman), entre outras personagens engraçadas que vale a pena conhecer.

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A história não podia ser mais simples: os dias de uma empresa de papel sucedem-se sem nada a assinalar, os trabalhadores morrem de tédio confrontados com um trabalho do qual não gostam e com um patrão que fala por clichés e com excesso de confiança. Racismo, machismo, egoísmo e um rol de preconceitos evidentes são algumas das especialidades dos patrões na série, isto tanto na versão inglesa como na americana. O patrão americano dá pelo nome de Michael Scott e é contracenado por Steve Carrell que ganhou com este papel um Golden Globe. No entanto, o humor de David Brent (Ricky Gervais) é bastante mais negro e subtil do que aquele de Michael Scott. A monotonia do dia-a-dia é recriada de forma a dar uma impressão constante de improvisação embora, como revelem os autores do argumento no DVD, este tenha sido estudado ao milímetro. A equipa de actores acompanha sem dúvida a subtileza do texto e é de realçar a participação de Rainn Wilson no papel de Dwighe Schrute. Lembram-se do Arthur de “A Sete Palmos”? Estou ansiosa por ver mais episódios da saga.


Terça-feira, 9 de Outubro de 2007
“2 DIAS EM PARIS”_CROMOSSOMAS E CULTURAS DISTINT(O)AS
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O filme de Julie Delpy, 2 dias em Paris, conta a história de um casal que vive nos EUA e que parte de férias para Veneza. Ela é francesa e fotógrafa, ele é americano e designer de interiores. No regresso da estada em terras italianas ficam dois dias em Paris onde tinham anteriormente depositado o gato do casal aos cuidados da família da protagonista. O namorado americano não conhece Paris e assim entre as deambulações pela cidade os dois vão descobrindo segredos, intimidades e mentiras. A actriz que já foi a Lise de Mauvais sang (1986) incarna o papel de uma mulher de 35 anos que mantém uma relação afectiva há dois anos depois de um conjunto alargado de desilusões amorosas.

As colagens com os filmes de Richard Linklater, Before Sunrise (1995) e Before Sunset (2004), são, quanto a mim, bastante superficiais. Por um lado, não aprecio os dois trabalhos de Richard Linklater e até os achei algo lamechas e simplórios. Ao contrário de alguns filmes do realizador que aprecio como, por exemplo, Waking Life (2001) e A Scanner Darkly (2006), achei o duo Jesse/Celine irritante. O romance adiado entre trintões, antes jovens, pareceu-me algo enfadonho e baseado num certo tipo de paixão romântica não consumada muito apropriada para os sucessos de bilheteira da actualidade. Por outro lado, achei este filme de Julie Delpy bastante referenciado ao género feminino, muito hilariante, realista e divertido. Um filme/discurso sobre o feminino e a necessidade de dar às mulheres uma voz na construção subjectiva da realidade. Uma ideia que penso que até pode ter surgido a partir do "díptico" de Richard Linklater e que nos remete para a diferença da noção de hábito e amor no género masculino e feminino. Numa cena de um dos dois filmes de Richard Linklater, Julie Delpy (Celine) diz que o que a faz sentir que ama uma pessoa é a capacidade que tem de antecipar, por via do hábito, os gestos do "outro". Ora, Jesse logo lhe assegura que isso para ele é o mais evidente sinal de tédio. Cito a conversa de memória mas esse momento leva-me a considerar que é precisamente neste aspecto da intimidade, criada por via do hábito e da repetição, que 2 dias em Paris mergulha.

O filme faz parte de um discurso feminino sobre o amor e sobre a construção da intimidade a dois. O amor-paixão é preterido pelo amor-relação e o que está em causa é a capacidade que os dois têm para viver uma história de amor sem rupturas. O mito do amor-paixão é aqui questionado de forma realista: o tédio faz parte da relação de amor. O personagem masculino é um poço de “pequenos” problemas que no dia-a-dia massacram os tímpanos da namorada (sinusite, intestinos, fobias várias…). Ela está ali para conciliar, agir com diplomacia, agradar mas ao mesmo tempo fazer a sua vida sem prescindir dos seus interesses. O processo de adaptação de um género ao outro não é fácil e ambos acabam por se metamorfosear e ceder. Para ele, nunca nada está bem e existe uma tentativa clara de usurpar à namorada a sua única forma de discurso, a fotografia. É ele o autor das fotografias de viagem quando é ela a fotógrafa numa evidente tentativa de a silenciar. Para ela, o namorado não é suficientemente subtil para perceber a sua cultura e as suas divagações artísticas numa tentativa óbvia de menosprezo das faculdades do “outro”.

Os equívocos vão sendo acentuados por outra questão fulcral: a comunicação é difícil quando os elementos do casal pertencem a duas culturas distintas: a americana e a francesa. Numa relação de amor-ódio em relação à cultura do “outro” os aspectos culturais vão sendo trabalhados através de um conjunto de subtilezas que apontam para as evidentes diferenças de humor, de conceitos e de percepção da realidade nos dois países. Ainda estive mais atenta a estes factores porque acabei de ler recentemente um livro que explora e ironiza bastante a percepção que os americanos têm dos franceses e vice-versa. Refiro-me ao livro de Philip Roth, A Mancha Humana / The Human Stain (2000). A incomunicabilidade de certos gestos, expressões e formas de construir diálogos, a impossibilidade de “apanhar” a cultura do “outro” porque não se fala a sua língua torna inacessível a cultura francesa para o “americano em Paris”. Ela fala a língua dele mas ele não fala a língua dela. Esse factor afasta o casal pois se antes ela se adaptou à cultura dele agora ele é arisco em adaptar-se à dela. Querem melhor ironia sobre actualidade no que toca aos estudos de género?




Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007
O ULTIMATO BOURNE_ACÇÃO E EMOÇÃO
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É claro que não podia faltar ao “efeito Bourne” e lá fui ver o terceiro episódio da saga. Tenho por esta série de filmes o mesmo tipo de afecto que sinto pelo Gang dos onze, doze, treze... Oceans. O facto dos filmes constituírem uma série promove uma enorme intertextualidade narrativa e fico sempre satisfeita por poder desvendar algumas ligações entre episódios. Depois da “identidade Bourne” (assinado por Doug Liman em 2002) e da “supremacia Bourne” (já de Paul Greengrass de 2004) temos o “ultimato Bourne” (Paul Greengrass, 2007). Acção e euforia assinadas por um cineasta que admiro bastante pela forma dinâmica com que nos transporta para o interior das suas histórias de acção e narração (não só através desta saga como também em Bloody Sunday e United 93). 

O “efeito Bourne” desta vez leva-nos a Londres, Madrid, Tanger e Nova Iorque e regra geral os eventos são muito semelhantes ao segundo episódio: na CIA o agente Bourne é tomado como inimigo e considerado corrupto sendo um alvo a abater. Duas facções contraditórias tomam conta da ocorrência e rapidamente percebemos que um dos directores da operação de caça ao homem está implicado numa acção corrupta. As cenas de perseguição começam logo desde o primeiro momento e em Londres, capital da vigilância, vivemos uma majestosa predação ao homem mediada por inúmeras câmaras de filmar e planos misturados. Em Tanger e Madrid novos acontecimentos nos esperam mas nada que faça esquecer este conjunto de imagens capturadas pelas câmaras digitais de Londres. No final uma exagerada perseguição de carros em Nova Iorque assinala a capacidade do sucesso de bilheteira da série aumentar o budget da produção e é, quanto a mim, talvez dispensável pois reforça pouco o espectáculo visual do filme. Uma coisa é certa o stress não acaba nunca e sentimo-nos numa ebulição constante. O colapso do agente Bourne é eminente mas ele nunca quebra! Para quem não é grande fã de Matt Damon tenho que admitir que o papel lhe assenta que nem uma luva. Ultimamente só vejo boas prestações do rapaz, nomeadamente no filme The Good Shepherd (Robert De Niro, 2006) que tive o prazer de ver recentemente em DVD.
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Domingo, 7 de Outubro de 2007
RATATUI_ENSAIAR O TALENTO

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As tropelias culinárias do rato Remy e dos seus amigos em Ratatouille (mouse, hehehe) são obrigatórias. O filme de animação da Pixar / Disney (realizado por Brad Bird em 2007) é de uma sensibilidade no que toca aos sentidos que não deixa ninguém indiferente. Cheira-se a salsa e a especiarias, tocam-se as texturas de pele de rato e dos amiguinhos virtuais, ensina-se o paladar que fica deliciado com as melhores sopas e pratos campestres (Ratatouille, a receita rústica da Provence é o culminar de outros tantos ensaios gastronómicos), estimulam-se os olhos com uma animação visualmente requintada e treinam-se os ouvidos numa banda sonora acusticamente deliciosa… O rato de desenhos animados tem um dom particular para cheirar e misturar os alimentos e consegue infiltra-se na cozinha de um restaurante parisiense muito chique. Aí toda a aventura começa. As peripécias são inúmeras e o filme é divertido mas também muito simples e sem pretensões. Além do estímulo sensorial a moral veiculada é curiosa e descontraída: criticar é, afinal, muito mais fácil do que fazer e qualquer um (com talento) pode ensaiar fazer. Estou pronta para ver outra vez! Sobre a problemática dos ratos (importantíssima) nunca esquecer a alegoria política de Tommy Douglas (the story of mouseland) embora em Ratatouille a contenda não seja entre ratos e gatos mas entre ratos e humanos.
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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007
POP PLAYLIST DE RAFGOUV_3.0_VERÃO TANUKI
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No dia mundial da música (1 de Outubro), Rafgouv propõe a sua Pop Playlist de Outubro com links para os sites de cada um dos artistas citados. Desafiamos os visitantes da Mouselândia a escreverem comentários sobre um (ou vários) dos artistas (ou temas) propostos.  

Mensalmente, um dos comentadores é premiado com uma tripla recompensa: um CD cópia privada (edição limitada a 2 exemplares) com capa ilustrada por Mouse contendo os temas da Playlist e um bonus track; o convite para escrever um texto sobre música na Mouseland; o titulo de membro do júri que seleccionará a Playlist “Best Of” anual em Dezembro de 2007. 

As participações estão abertas até 15 de Outubro e os resultados serão poucos dias depois, após deliberação. BOA SORTE!!!

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1. Drifters; Patrick Watson, Secret City Records 

2. Der Purpurrote Sonnenuntergang; Dominik Eulberg, Traumschallplatten 

3. Idealistic; Digitalism, Kitsune / Virgin 

4. F.U.D.G.E; Para One, Institubes/ Naïve  

5. Into the Galaxy; Midnight Juggernauts, Siberia 

6. Must Be a Devil; Diplo, I-Tunes 

7. Some Velvet Morning; Primal Scream feat. Kate Moss, Sony 

8. The Grid; To My Boy, ABEANO/ XL 

9. Kore; Dusty Kid, Boxer 

10. Antenne2; TTC, V2 

11. Beautiful Life; Gui Boratto, Kompakt 

12. Heaven; I Monster, Dharma 

PS: A ordem dos temas é puramente arbitrária e não reflecte qualquer hierarquia qualitativa! Os artistas da Pop Playlist 3.0 podem também ser descobertos na Last FM. 


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