Sábado, 17 de Junho de 2006
BLOGS NO FEMININO: AS DIATRIBES DA FADA DO LAR E DA ARTLACA
laca+fada

Porque não só de jogos e videojogos, artes digitais e experiências lúdicas vive uma mulher queria apresentar-vos dois blogs diferentes: o blog da fada do lar e o blog da artlaca. A fada do lar é uma activista digital que se dedica à celebração do universo feminino, que sendo cor-de-rosa nada tem que envergonhe uma mulher, muito menos uma ciberfeminista como eu! As feministas da queima do soutien ficaram enterradas lá pelos anos setenta e hoje novas personificações invadem a cultura contemporânea. Já em 1969 quando Maureen Dowd, hoje com 53 anos, entrou para a universidade, as feministas usavam lábios pintados, saltos altos e podiam ter livros de receitas (Courrier Internacional versão francesa, Dezembro de 2005). Penso que por todo o mundo as sufragistas ficaram não só conhecidas pelos seus chapéus bizarros e vestidos à la mode como também pelas suas atitudes corajosas e politicamente engajadas. A fada do lar e o seu universo rosacartoon constrói uma ficção muito bem engendrada à volta de um certo stylish tupperware anos 50 e encarna aquilo que podemos considerar como uma máscara forjada de uma dona de casa contemporânea. Quem não conhece a fada do lar pode cair na rasteira e enquadrá-la em causas que não são dela: a fada é feminista e mais ainda é ciberfeminista. Ora vejamos, a fada não usa aliança e que eu saiba ainda não tem filhos a babarem-lhe o avental, nem adoptou o nome do marido… a fada sustenta-se a si própria e ao seu blog com o fruto do seu trabalho, linhas de escrita e ilustrações são o pão nosso de cada dia. Faz cenografia, figurinos e ilustrações para espectáculos, integrou a direcção de uma associação cultural e viaja bastante para o estrangeiro. Fala três ou quatro línguas fluentemente e à noite vai à baliza cumprimentar os amigos. Neste enquadramento, podemos considerar a fada quase como uma personagem da série Lword (a estrear brevemente em Portugal): tem estilo próprio, ideias e universo pessoal, coisa não muito comum nos dias que correm... a fada tem uma imaginação muito fértil e qualquer dia surge com uma nova roupagem porque já percebeu há muito tempo que sem esta identidade travesti e nómada não se consegue rir das pessoas mais distraídas hihihihihi. 

Outra feminista, também ciber, artlaca, conta-nos uma outra narrativa, uma narrativa de jogo, brincadeira de texturas, fotografias enigmáticas a preto e branco, memórias diluídas e fragmentadas com uma simplicidade imensa. Nos comentários, pequenos excertos de texto, entre conversas com os amigos e as suas próprias reflexões, desenha-se uma autobiografia em vários actos. A personagem laca desenvolve-se, escreve-se a si própria de forma intertextual, fotografias, textos e desenhos enquadrados e trabalhados com uma imensa ambiguidade e mistério. Folhas negras e soltas, cartas abertas, ladainhas entre dentes, à deriva, vida de mulher que podia ser homem se o género não fosse uma construção tão marcadamente cultural. Diz- nos artlaca sobre o feminino:

“MULHER.eva.POBRE.orgulhosa.FEMININA.louca.DEMOCRÁTICA.revolucionária.
INTELECTUAL.frágil.MÃE.rica.TERRORISTA.poeta.ARTISTA.portuguesa.
FUNDAMENTALISTA.prática.VERDADEIRA.preguiçosa.APAIXONADA.realista.
CRÍTICA.sonhadora.ETC”. E num outro lugar: “quem me dera... consultar
um psicanalista...”


O desejo, a intimidade desvenda-se, desenrola-se em manipulações visuais e conversas pueris. A brincadeira tímida de artlaca com o público: “BRINCAR? ...é agradável, divertido ...não tem objectivos extrínsecos ...é uma actividade espontânea e voluntária ...implica empenhamento activo por parte do sujeito ...tem algumas relações sistemáticas com o que não é brincar Quem vai BRINCAR? Eu vou BRINCAR..." e o corpo textual de artlaca refaz-se como um monte de trapos, um jogo de bonecas à maneira de Shelley e Pamela JacksonEu fazia é desaparecer a cowparade!


Se a fada do lar poderia ser uma personagem de Lword, artlaca ficava bem entre as fabulosas personagens dos Six feet under 


6 comentários:
De laca a 19 de Junho de 2006 às 03:03
:oops:


De fada*do*lar a 21 de Junho de 2006 às 01:55
A fada-do-lar ficou muito feliz e comovida com o teu texto e ao ênfase dado à celebração do cor-de-rosa. :razz:
Nem toda a gente a conhece no virtual e real como tu, mas assim revelou-se à bloglândia que é a cor a dominar a alma.
Nem que as paredes estejam pintadas de verde, a loiça por lavar, o sono por dormir, as contas por pagar...
E uma festa conjunta com a La, ao fim destes anos todos, também soube muito bem.

(quanto à série Lword, talvez veja um dia numa TV alheia, e encontre algumas referências “pink” – embora pelo que vi no site, talvez não na escolha dos vestidos ou em certas preferências mais “radicais”) :mrgreen:


De mouseland a 21 de Junho de 2006 às 03:04
Uma entrada rápida na Wikipédia deu-me todos estes tipos de feminismo: "anarca-feminismo; ecofeminismo; cultural; descontrutivista; de gênero; espiritual; francês; pop; liberal; libertário ou individualista; mágico; materialista; feminismo marxista; feminismo radical; feminismo de libertação sexual; feminismo separatista
feminismo terceiro-mundista; transfeminismo; Alguns atos, concepções ou pessoas podem ser descritas como proto-feminismo ou pós-feminismo". Mas não estavam lá as ciber feministas... porque será???::oops::eek:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo#Tipos_de_feminismo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo#Tipos_de_feminismo)


De laca a 22 de Junho de 2006 às 00:31
"Não existe uma página com o título \"cyber feminismo\".
Pode criar esta página.

Desculpe, não foram encontrados resultados para o termo pesquisado". (Wikipédia)

Pois é! A Wikipédia espera que alguma(s) "cyber feminista(s)" se ofereçam para trabalho voluntário, pois este tema deve ser pensado, aprofundado, divulgado, etc...
Mãos à obra "cyber feminista(s)", partilhem informação com a Wikipédia (e, com o mundo).
:shock:


De cris a 23 de Junho de 2006 às 00:04
:roll::roll:
Pois é mouse, antes de escrever aqui algumas palavras fui ao "sapo" e pesquisei "ciberfeminismo" (3030 res.) visionei muito rapidamente títulos de 20, e entrei apenas num deles... impressionante quase tudo em língua espanhola... se tiveres uns momentos vale a pena... para mim que fiz uma pesquisa e leituras bastante alargadas... movimento-me relativemente bem no "meio", todavia existem muitos textos excelentes de uma jovem geração feminina emergente na cultura ciber. fui então posteriormente à Wikipédia e pesquisei "Ciberfeminismo" e não foram encontrados resultados...
nos últimos tempos enquanto tomava conhecimento e consciência do fenómeno ciberfeminista, apercebia-me que em Portugal "nikles...", nem um ´cheirinho`... De facto o movimento não deriva do feminismo, no entanto mantém com ele conexões voluntárias e involuntárias...

Considero-te uma ciberfeminista ´emergente`, tens alguns dados na mão (disse-te que valia a pena leres aquele meu texto...);
então avança e continua em Força Ciberfeminista, OK???

:mrgreen::mrgreen::mrgreen:

[Cmi-mulheres] texto ciberfeminismo
kit menezes kitnone em yahoo.com
Segunda Junho 20 10:35:15 PDT 2005
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eu li agora e achei bem legal. vou imprimir pra ver
melhor depois mas ficou muito bom!

--- t wrote:

> oi oi
>
> escrevi um texto para a publicacao do
> midiatatica.org. queria saber a
> opiniao de vcs, ate pq. falo do grupo e tals...
>
> em anexo
> x beijos
> t
> >
> O ciberfeminismo nunca chegou à América Latina*
>
> Surgido como uma forma de ativismo digital, com a
> expressividade e uma (im)possível linguagem
> feminina, o ciberfeminismo nasceu em um contexto
> europeu dos anos 90, com o termo cunhado na
> Austrália em 1991, pelo grupo VNS Matrix ao divulgar
> o "O Manifesto Ciberfeminista para o século 21" (1),
> uma homenagem à téorica social-feminista Donna
> Haraway, que em 1985 havia escrito "O Manifesto do
> Ciborgue" (2), um olhar (multi)particular para a
> ciência e a tecnologia. Segundo a própria autora o
> ciborgue teria sido: "uma estratégia retórica, assim
> como método político" - ou seja, uma tática
> poético/política para o enfrentamento da sociedade
> tecnoautoritária e seus discursos, os quais são
> chamados por ela de "informática da dominação".
>
> Com o mesmo *ciber* otimismo da época, também
> manifestou-se o ciberpunk (3), cultura ficcional
> norte-americana considerado muito próximo das
> questões ciberfemininas, no sentido de revelador de
> sub-culturas, alternativas e opostos vivendo em
> conflito dentro do sistema. Concebido como crítica
> aos discursos tecnoutópicos, o ciberespaço, tanto
> para punks quanto para feministas, inspiraria
> permitir um novo diálogo entre as diferenças.
> Segundo Sadie Plant o ciberespaço teria uma
> "essência" feminina, sendo um espaço natural para as
> mulheres, que desde sempre teriam vivido
> inconscientemente preparando-se para o momento
> histórico de sua construção. Como prova, cita Ada
> Lovelace, que pôde escrever sobre inter-processos
> inexistentes. As mulheres viveriam já há muito tempo
> conectadas, no mesmo modelo da Internet, em seus
> historicamente marginais locais de trabalho. Plant
> defende que as forças que estariam dissolvendo o
> mundo tradicional sob domínio do homem (com suas
> reivindicações por valores como universalidade,
> eternidade, objetividade e transcendência),
> acabariam forçando irresistivelmente o conexionismo
> feminino(4):
>
> "a abordagem da ordem-que-emerge-das
> conexões-múltiplas define a inteligência não mais
> como monopolizada, imposta, dada por uma força
> eterna, transcendente e superior, mas, em vez disso,
> desenvolvendo-se como processo emergente,
> engendrando-se a si mesma de cima para baixo"
>
> O ciberfeminismo aparece portanto sugerindo que o
> ciberespaço é um espaço próprio de articulação
> feminina. Para nós, meninas e mulheres que não só
> perderam a revolução feminina norte-americana dos
> anos 60, por entre a ditatura e o golpe permanente
> do ologopólio da comunicação, mas que têm no
> imaginário o antropofagizar do Outro, o eu ser você
> e você ser nós, parece ser mesmo com muita
> naturalidade que nos conectamos livremente, de
> formas cooperativas e não-sistemáticas. Pois flui
> menos das instituições e dos movimentos sociais
> organizados verticalmente, do que dos projetos
> independentes em rede, que se unem sob a bandeira
> *livre* (software livre, conteúdo livre, rádio
> livre), os complexos horizontes de enfrentamento e
> liberdade do novo cotidiano político digital, em
> permanente construção.
>
> O feministo surge inicialmente como uma forma de
> lutar contra uma causa específica, um ativismo que é
> entendido como alternativa às consequências da
> sociedade patriarcal. No entanto, rapidamente
> adquire cores de movimento social, permitindo-se com
> o passar do tempo ser atingido pelo fluxo de
> relações existentes na sociedade, deixando-se mover
> também pelo enfrentamento de quase todo tipo de
> dominação, assim como propondo ações e espaços de
> reflexão em quase todos os campos da existência
> humana. As organizações de mulheres (não somente as
> chamadas feministas) são sobretudo rizomáticas,
> beneficiando-se de sua capacidade de tecer redes
> interdisciplinares, de networking, uma prática como
> já visto, considerada por muitas estudiosas
> feminina. Suas conexões por afinidades, mais do que
> por identidades, as unem sob diversas e variadas
> lutas sociais. Suas conquistas falam menos de uma
> união pelo (( sexo )) do que força de mobilização
> global frente a todo tipo de abuso: militarismo,
> fundamentalismo, capitalismo, as armas que os
> suportam estes processos - como sistemas de
> satélite, robôs-soldados, monopólio de mídia global
> e demais mazelas do mundo influenciado por tais
> paradigmas. (5) Para citar somente uma vertente do
> feminismo, uma que reconhece a relacão entre a
> opressão das mulheres e a degradação da natureza, o
> eco-feminismo, vê-se que ele carrega em si diversas
> bandeiras, como a luta contra o sexismo, racismo e
> outras desigualdades sociais, através de um
> entendimento maior das inter-relações entre homens e
> mulheres, e entre os seres humanos e os movimentos
> ambientais, (6) dando subsídios intelectuais para um
> modo mais efetivo de viver e de respeitar a
> diferença. Outro indicador da multifacetadas causas
> femininas é a Marcha Mundial das Mulheres, que no
> dia 8 de março de 2004 reuniu mais de 50.000
> mulheres que levavam uma carta, a Carta Mundial das
> Mulheres para a Humanidade. A carta contém 17
> reivindicações, entre elas leis para a eliminação da
> pobreza, um fundo social global, o cancelamento da
> dívida de todos os países do terceiro mundo, e
> direito de asilo às vítimas de discriminação sexual,
> abraçando outra miríade de causas. (7)
>
> Segundo Anita Gurumurthy (8) as causas feministas
> estariam revelando não somente os impactos da
> globalização, mas de que ele é de fato constituído,
> fazendo as conexões entre as experiências e os
> processos institucionais. Ela sugere que o processo
> de produção na economia global de informação
> característico de um mercado de trabalho
> frequentemente segmentado por distinções de gênero e
> raça, teria sido instrumentalizado pelo sistema de
> propriedade intelectual, ferramenta que
> *comodificou* o conhecimento social permitindo que
> apenas certos tipos de conhecimento fossem
> reconhecidos e implementados.
>
> Porquê?
>
> Com a necessidade da Revolução Industrial de um
> número cada vez maior de força de trabalho, e com a
> dimunição do tamanho e automatização do maquinário,
> buscou-se um trabalho menos braçal, mais ágil, e é
> claro, porquê não? Mais barato! É nesse contexto,
> entre outras particularidades da epoca, que às
> mulheres impõe-se um salário 60% menor do que dos
> homens, junto a uma jornada de até 18 horas de
> trabalho (mais ou menos das 5 da manhã às 11 da
> noite), sem direito a aumento salarial ou mesmo
> descanso dominical. Em 1857, quando as 129
> trabalhadoras tecelãs da Fábrica Téxtil Cotton de
> Nova Iorque se recusam a trabalhar, patrões e
> políciais não querem saber de reinvidicações:
> trancam as portas da fábrica e ateam fogo, onde
> morrem asfixiadas e carbonizadas todas as 129
> tecelãs. À mesmo época, em 1834, desponta na
> Inglaterra as descrições da primeira máquina de
> computar, a engenhoca analítica, cuja capacidade de
> analisar dados foi escrito por Ada Lovelace. Seu
> plano de calcular pode ser considerado o primeiro
> programa de computar. Auto-intitulada metafísica e
> analista, Ada era também filha do poeta Byron.
>
> Três séculos depois, em 2004, no curso de Ciências
> Computacionais da USP (Universidade de São Paulo),
> há 3 meninas para uma turma de 50 meninos(9). O fato
> é que desde a entrada da mulher no mercado de
> trabalho, até os dias de hoje, elas continuam
> predominando na linha de montagem, nos trabalhos
> manuais, no comércio ao balcão, no campo colhendo,
> nas TVs à frente das câmeras. Raramente as mulheres
> têm a oportunidade de conhecer o funcionamento de
> uma máquina, muito menos ainda conhecer o seu
> software, ficando restritas à execução do que foi
> decidido por outrem. (10) Outras saltam da caixa
> preta.(11)
>
> Existe uma longa tradição de atuacão de organizações
> não-governamentais de mulheres e feministas nas
> áreas de meio-ambiente, saúde, direitos das mulheres
> e das crianças, assim como dos animais, e educação.
> Estas são as áreas consideradas críticas para a
> construção da autonomia da mulher. No entanto, ainda
> persiste um foco (míope) na sexualização e na
> vitimização das mulheres, ou seja, nos malefícios e
> consequências da dominação institucionalizada, que
> deve também co-existir com novas formas de como
> superar tais contextos. São pouquíssimas
> pesquisadoras e ativistas feministas que se dedicam,
> por exemplo, a temas como nanotecnologia,
> biotecnologia, transgenia etc, apesar de movimentos
> como o eco-feminismo, assim como a participação
> feminina é muito menor nas áreas consideradas
> "técnicas" como Internet e computação.
>
> Segundo Harraway, as tecnologias de comunicação e a
> biotecnologia seriam as ferramentas cruciais para o
> redesenho dos corpos femininos durante a época do
> capitalismo avançado. Em um momento em que estas
> invadem todos os campos da vida: a gênese, a beleza,
> arte e trigo, popularizando seus discursos
> técnico-científicos, seus processos, objetos e
> sujeitos automatizados, criando novos espaços e
> instrumentos de dominação - é mais do que urgente
> que mais mulheres comecem a dominar esses campos
> estratégicos, não só refletindo e politizando essa
> rápida expansão, como também questionando-a,
> tirando-a do domínio exclusivo do privado e
> masculino, devolvendo as ciências às causas
> populares e transversais, que são também as
> femininas.
>
=== message truncated ===>
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> Cmi-mulheres em lists.indymedia.org
>
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[...] Esta semana foi prolífica aqui na mouselândia. Gostava de realçar a adesão à nova rubrica “ciberfeminismo” e o comment de hoje da Cris ao post “Blogs no feminino…”. As palavras da Cris são bem elucidativas do “estado da arte” nesta matéria em Portugal e o texto sobre ciberfeminismo que nos envia é imprescindível. Parece que esta categoria não chegou nem à América Latina nem a Portugal… embora em tempos, num estudo dirigido por Idalina Conde para o observatório da cultura sobre artistas new media, fosse essa a classificação que eu recebi… qualquer coisa como artista ciberfeminista . Estávamos em 2001, parece-me. [...]


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