Quinta-feira, 13 de Março de 2008
HYPE!_“CRIAR UM BLOG DE VIDEOJOGOS INTERESSANTE”
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Aqui fica o artigo escrito, em parceria com alguns dos leitores mais assíduos do blog mouseland, em Janeiro deste ano para a revista HYPE! A revista decidiu publicar apenas a ilustração fornecida por rafgouv com a legenda "Patrícia Gouveia, autora do blog mouseland". Não faço ideia o que se passou uma vez que o artigo foi escrito a pedido da própria revista.

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Caros leitores da revista Hype! pediram-me que vos orientasse com algumas dicas sobre “(como) criar um blog de videojogos interessante” e eu tendo em conta que criei o mouseland decidi aceitar o convite. Bom, é claro que vocês devem conhecer outros blogues de videojogos interessantíssimos como o pensarvideojogos, o ludologia, o ultimonível ou o virtualillusion para citar apenas alguns. Esqueçam isso tudo por agora e concentrem-se apenas na mouselândia, ok?  

Em primeiro lugar para criar um blog de videojogos interessante temos que ter em consideração que a maioria das pessoas odeia jogos e que o leitor comum é impiedoso no seu ódio ao assunto podendo ter uma persona deste género: “Odeio jogos, de vídeo, de computador, de consola, de cartas, de dados, de sorte, de azar, de poder, de costumes, de bastidores, de cama, de alcova, de ataque, de defesa, de guerra, de paz, de água, de luz, florais e outros mais”.  

Este leitor ligeiramente esquizofrénico pode, no entanto, considerar que os blogs como têm “posts, links, arquives, comments, search, categories” são muito interessantes. Daí que a mistura dos dois, ou seja, do sistema de comentário dos blogues e dos textos sobre videojogos possa servir como um truque que impõe esta temática ao leitor. Assim, este participante desconfiado é capaz de passar a consultar um blog de videojogos “por vício, adição, hábito e compulsão” em relação aos blogues e não em relação aos jogos sentindo “obrigação, dever. Saber, querer. Prazer, muito prazer” quando lê algo sobre videojogos. 

Para vos ajudar nesta difícil tarefa decidi pedir a alguns leitores assíduos da mouselândia que me enviassem algumas dicas fundamentais para a construção de um blog interessante uma vez que estes leitores, melhor do que eu, têm uma percepção clara do conteúdo adequado. Ora, qual não foi a minha surpresa quando recebi algumas sugestões que tornam clara a tarefa. Foi sugerido que um blog de videojogos interessante tinha que ser coordenado por uma miúda “muito “traquinas”” que andasse no ciberespaço “aos saltos e a divertir-se imenso enquanto “centro” da “paisagem””. Esse interessante blog seria então gerido por “uma “miúda” de perfil Índigo, ou seja, com características que a diferenciam dos seus semelhantes tendo uma grande capacidade imaginativa e intuição “refinada””. Assim, surgiu a primeira dica para construir um blog de videojogos interessante: CRIAR UM AUTOR FICTÍCIO FEMININO QUE FAÇA A GESTÃO DOS CONTEÚDOS. 

Os leitores da mouselândia também assinalaram a importância de um interessante blog sobre videojogos ter muitas ligações para jogos e aplicações on-line e afirmaram que este espaço deveria ter um perfil “opinativo, inteligente, provocador, [que] incentive o debate” e promova a transparência. O blog em questão deveria saber “lançar a reflexão/discussão” ter uma “estética impecável, original, útil e profunda” fugindo completamente da maioria “dos blogs que “pairam no ciberespaço””, ou seja, ““junk blogs”,  cretinos, infantis e superficiais…”” Ainda foi salientada a importância de se fornecerem “combos espectaculares para os (…) desafios de Tekken 3”. Neste contexto, surgiu a segunda dica para construir um blog de videojogos interessante: CRIAR MUITAS LIGAÇÕES (LINKS) LÚDICAS, PROMOVER O DEBATE E A TRANSPARÊNCIA BEM COMO A ESTÉTICA DO ESPAÇO. 

Outro factor a ter em conta, afirmaram os leitores da mouselândia, é que o público dos blogs “gosta de descobrir textos de elevada qualidade [“teóricos, informativos”…] não só na sua escrita como no seu conteúdo” para desta forma poder “alimentar o debate” e “criar sólidas ligações” podendo assim “intervir activamente num espaço que se torna cada vez mais comum, acessível e que opera através de constantes motivações à participação!”. Foi também assinalada a importância de se inserirem muitas imagens e de um blog interessante sobre a temática se concentrar no “estudo do videojogo como fenómeno cultural” sendo abrangente na forma como envolve diversos conceitos como “ludologia, representação, arte digital, cibercultura”. Neste contexto, surgiu a terceira dica para construir um blog de videojogos: ESCREVER TEXTOS INTERESSANTES E ACOMPANHÁ-LOS COM BOAS IMAGENS. 

Por último, foi considerado fundamental que esse lugar virtual fosse recheado por colaboradores competentes e profissionalizados (aceda à mouseland para mais informações sobre o seu colaborador Rafgouv). QUARTA DICA PARA CONSTRUIR UM BLOG DE VIDEOJOGOS INTERESSANTE: COLABORADORES COMO RAFGOUV! 

E assim meus caros leitores ficam com quatro dicas fundamentais para qualquer blog de videojogos que tenham a intenção de criar. MOUSELÂNDIA (Mouse, profissional de blogs sobre videojogos). 

PS – este artigo foi escrito usando a técnica do cadáver esquisito e contou com excertos de textos de: andré carita, antónio, cris, pedro silva, mk e rafgouv. Obrigado pela ajuda! Era suposto o texto ser publicado na revista HYPE! do mês de Março.
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20 comentários:
De André Carita a 13 de Março de 2008 às 23:23
Para se criar uma leitura interessante, é necessário conjugar toda uma dimensão sintática e semântica assinalável através de uma contextualização que reflicta algum sentido de humor à mistura, sem ofensas nem critérios desajustados.

Para se criar uma leitura interessante é necessário convidar as pessoas certas, qualificadas e especializadas, com uma opinião abrangente, sólida, e que alimente o debate crítico em torno da temática escolhida. Este artigo é sem dúvida o espelho da mouseland, um espaço de reflexão, convívio e entusiasmo que certamente todos os leitores deveriam conhecer e experimentar.

A mouseland escreve sobre videojogos? claro que sim! Contudo, na mouseland como em vários outros blogs, mais importante do que avaliar um videojogo com 10 ou 6 estrelas, é enaltecer o espírito crítico aberto a múltiplas abordagens e não fechado a estereótipos implementados por uma indústria que se diz muito ampla a novas temáticas, tendências, experiências lúdicas, etc etc etc, mas que no final denota um imenso atraso em relação a outros países como Espanha por exemplo que é "já aqui ao lado"!

Artigos de opinião são das coisas mais importantes num suporte físico como uma revista de videojogos e são eles que deveriam merecer uma maior atenção e reflexão por parte de nós autores, leitores consumidores e críticos. E sim escrever e investigar sobre videojogos é muito mais complicado e dá muito mais trabalho do que decidir entre um 8 ou um 7 ao jogo A ou B.

Abri a revista, folheei e folheei, li, reli, (re)reli... e encontrei apenas uma imagem que não chega para ilustrar e explicar aos leitores a existência de uma realidade tão interessante como os blogs nacionais de videojogos que em muito têm contribuído para o crescimento de uma indústria na qual todos se governam e ninguém parece ter razão.

Como colaborador que sou da revista Hype! não gostei de ver um artigo de uma amiga e colega na área não ter sido publicado depois do esforço que os limites e a pressão do tempo nos "cai" completamente em cima.

Convém lembrar que escrevemos porque nos dá gozo escrever sobre aquilo que gostamos. Em portugal (com "p" pequeno) faz-se porque se gosta, por "amor à camisola" porque não existe outra alternativa possível. Sujeitamo-nos a prazos limitados, a conciliações por vezes impossíveis, a uma gestão do tempo e investimento de dinheiro em livros e documentação quando muitas das vezes aquilo que recemos em troca são as críticas duras, algumas injustas por parte dos leitores e outras coisas mais, ou neste caso, a não publicação de um artigo pedido especificamente pela revista. Uma falta de respeito enorme que me deixou deveras irritado, numa posição desconfortável e com um pé atrás em relação ao futuro próximo. Dito com toda a sinceridade: nota 0 para esta edição da Hype! :evil:


xxx André Carita


De Pedro Silva a 14 de Março de 2008 às 12:04
Mas por que raio não editaram esse texto se o pediram para escrever?


De mouseland a 14 de Março de 2008 às 15:30
:mrgreen::mrgreen::mrgreen:

Caros André e Pedro,

Percebo a vossa estupefacção em relação à atitude da revista HYPE! mas depois de muito reflectir sobre o procedimento da mesma cheguei à conclusão que o Nelson Calvinho e o Gonçalo Brito, que foi quem me solicitou o artigo, foram até muito sensatos em não publicar o texto. Ora, vejamos quão complexa é esta questão detalhadamente e sem qualquer opacidade.

Numa revista onde é necessário explicar aos leitores com uma legenda junto à imagem do artista “é o Bob Dylan” seria demasiado complicado explicar por A + B como é que um indivíduo que não gosta de jogos consulta um blog sobre videojogos. Isto ia requerer, por parte dos leitores, um enorme sentido de abstracção coisa que a redacção da HYPE! soube muito bem identificar. Esta explanação implicava, claro, escrever um tutorial de duas ou três páginas sobre a matemática da palavra “ambiguidade”. Este problema levantaria imediatamente muitos outros, isto é, dado o planeamento em cima da hora de qualquer revista da especialidade sobre videojogos em Portugal logo se colocou a questão: como escrever um tutorial sobre o conceito de ambiguidade em 8 horas e ainda pontuar o mesmo conceito numa escala de 0 a 10? Com um tempo tão reduzido de produção este assunto ganhou certamente contornos impossíveis de sustentar uma vez que de seguida vinham expressões ainda mais complexas de explicitar como “perfil Índigo”, ““junk blogs”, cretinos, infantis e superficiais…””. Como fazer os leitores da HYPE! compreender o conceito de infantilidade quando, sabe muito bem a redacção da revista, a maioria dos pais portugueses trata os filhos com enorme paternalismo e fala com eles como verdadeiros atrasados mentais?

Neste contexto, penso que a revista HYPE! percebeu atempadamente que somos nós, blogueiros e apaixonados pela desmontagem crítica dos artefactos com os quais lidamos, mais as nossas pretensões intelectualóides, sempre a jorrar conceitos complexos e que requerem tanta explicação nas entrelinhas e em balões BD, que não somos para ali chamados. Só posso dar os parabéns à sensatez da revista e encerrar esta missiva dizendo que só se afasta a moeda má com excelência e rigor e estaremos aqui firmes a combater as constantes tentativas de silenciamento.

A vossa escriba empenhada, xxx mouse


De andrade a 15 de Março de 2008 às 01:13
:twisted::evil::sad: Este pessoal anda todo a pensar que os outros gajos são estúpidos, não dá para acreditar nestas cenas. Andrade


De ncalvin a 15 de Março de 2008 às 12:03
Compreendo a irritação e desilusão face à não publicação do texto. Também sempre me faz impressão ver imagens cortadas de um filme, porque imagino o que não irá na cabeça daqueles actores e actrizes que deram o seu melhor em cenas que provavelmente até seriam importantes para lançar as respectivas carreiras, mas compreendo que, para o realizador fazer um filme, tenha de editar e montar as imagens em bruto.

Agradeço sinceramente o excelente texto da Patrícia sobre como fazer um blog de videojogos. Infelizmente, o espaço no papel é ainda mais limitado que o número de minutos num filme e tivemos de fazer escolhas. Neste caso, optámos por cortar textos que não estavam dentro do espírito do especial e textos que ultrapassaram claramente o espaço que lhes tinha sido pedido (como foi o caso do texto da Patrícia). Este e outros artigos igualmente interessantes tiveram de ficar de fora. O facto de a Patrícia ter enviado aquele “comic strip”, que resume muito bem o essencial do texto, também ajudou a tomar esta decisão. Uma decisão de resto normal em qualquer publicação.

Acho é de uma desonestidade intelectual intolerável todo aquele discurso do “é necessário explicar aos leitores com uma legenda junto à imagem do artista “é o Bob Dylan”, blablabla “Isto ia requerer, por parte dos leitores, um enorme sentido de abstracção coisa que a redacção da HYPE! soube muito bem identificar”, blablabla “as nossas pretensões intelectualóides, sempre a jorrar conceitos complexos e que requerem tanta explicação nas entrelinhas e em balões BD, que não somos para ali chamados”, sugerindo que os leitores da Hype! (onde pelo menos ocasionalmente se incluíram colaboradores e leitores deste blog) como uns pategos alimentados por paternalistas que os tratam como atrasados mentais, leia-se eu e os meus colegas de redacção.

É de uma desonestidade intelectual que se faça este discurso, dizia eu, especialmente em relação a uma revista que publicou durante meses a coluna do André Carita, e que nesta mesma edição publicou os artigos, muito mais complexos e carentes de “um enorme sentido de abstracção” do André e da Patrícia sobre cinema - e sem legendas explicativas (legenda explicativa para o balão do Bob Dylan: decidimos introduzi-la precisamente como ironia em relação aos leitores mais novos ou menos informados que não iriam perceber a sofisticação daquele comic strip. Mas a ironia nem sempre é compreendida).

E, finalmente, é de uma desonestidade intelectual, André, que me tenhas enviado aquele mail (não te respondi porque a Net na redacção finou-se) a título pessoal quando as tuas verdadeiras intenções afinal parecem estar encerradas num comentário a este post da Patrícia.

Enfim, não é por isto que deixarei de admirar o trabalho de todos os envolvidos e de olhar para eles em futuros artigos da Hype!. Mas lá que a coisa se podia ter clarificado de outra forma, podia.

Nelson Calvinho


De mouseland a 15 de Março de 2008 às 13:19
:mrgreen::mrgreen::mrgreen: Olá Nelson,

Muito obrigado pelo comment e se queres que te diga até estou parcialmente de acordo com ele porque me parece inteligente. No entanto, acho que essa desonestidade de que falas foi totalmente despoletada pela falta de respeito que a HYPE! demonstrou pelos seus colaboradores pontuais ao decidir não publicar um artigo que demorou tempo a produzir (aproveitando no entanto a ilustração) sem qualquer explicação. Esperava, depois de ter pedido por escrito ao Gonçalo Brito que me avisasse dos possíveis cortes no mesmo, que a HYPE! me alertasse sobre manobras de publicação que fossem contrárias ao combinado. Atenção que ninguém me falou de imposições de espaço neste artigo e apenas no seguinte que me pediram falaram do número de caracteres… Acho sinceramente que estas coisas são absolutamente desnecessárias e desta forma só posso defender o meu trabalho e o daqueles que decidiram comigo colaborar na assinatura deste texto. Parece-me óbvio e comum alegar falta de espaço na revista mas também considero falta de sensibilidade não mandar um e-mail a dizer que por opções editoriais não foi possível publicar o trabalho elaborado “por amor à camisola” por um punhado de gente e que não vai ser publicado… Esta falta de atenção levou a que alguns dos colaboradores do artigo fossem confrontados com a ausência do mesmo quando foram às bancas comprar a última edição da HYPE! na expectativa de ler o texto. Desnecessário não?


De ncalvin a 15 de Março de 2008 às 15:19
sim, desnecessário. vou ter de confrontar o jornalista responsável por esse especial e depois dir-te-ei alguma coisa.
seja como for, penso que se há motivos para indignação (e aceito que os haja), é sempre preferível tratar dessas coisas da forma como começaram: com um email.


De mouseland a 15 de Março de 2008 às 16:22
:shock::mrgreen::mrgreen: Pois Nelson mas um e-mail foi o que faltou por parte da revista. Ora, que ideia é essa de que eu deveria ter escrito esse e-mail depois de na minha primeira e única colaboração para a HYPE! ter sido tratada desta forma..? A mim jamais me passou pela cabeça que esta situação fosse possível pois continuo a acreditar em factores éticos e de respeito mútuo, valores talvez raros na selva onde vivemos, mas que me regem acima de tudo. Apenas comprei o primeiro número da revista e nem conhecia bem as opções editoriais posteriores. O segundo artigo foi pedido pelo Rui Guerreiro e de facto o pedido foi mais transparente em matéria de número de caracteres. Se colaborei a título pontual na revista HYPE! neste último número foi apenas porque te conhecia e porque isso me deu confiança para o fazer. Arrisquei nesse sentido e por isso a responsabilidade desta situação também é minha. De qualquer forma para mim este assunto já é passado xxx mouse


De António a 16 de Março de 2008 às 11:58
Não nos amofinemos. Afinal deu-nos gozo colaborar na feitura do artigo. Mais gozo ainda vê-lo aqui publicado. Quanto à ausência na Hype, que se dane. Afinal de contas nem sei o que isso é. E agora, de certeza, que não quererei saber. Terá os dias contados:twisted:
Continuemos a postar. Bem mais interessante. E barato!
Bjs, Mouse:razz:


De rafgouv a 17 de Março de 2008 às 13:10
Para desanuviar:
THE FUTURE OF Wii por Johnny LEE (http://johnnylee.net)

http://www.youtube.com/watch?v=Jd3-eiid-Uw&eurl=http://www.cs.cmu.edu/~johnny/projects/wii/

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